Seus Olhos Brilham? Sua voz Vibra?

4 Atitudes Infalíveis para Construir um Futuro Promissor.                   

Brilho nos olhos, vibração na voz e passos firmes indicam o grau de automotivação dos seres humanos.

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A clareza dos objetivos e não o quociente de inteligência (QI), é o gatilho mais poderoso que aciona o grande manancial de energia que todos, sem exceção, temos.

Quanto mais cedo identificarmos a nossa melhor contribuição para o mundo, mais tempo temos para aprimorar nossa inteligência dominante (talentos) e potencializar nossa energia pessoal.

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Quando cedemos diariamente em pontos estrategicamente vitais, aos poucos, nos desconectamos do nosso dinamismo interno – ficamos apáticos e anêmicos.

Tudo começa a ficar custoso, complicado e sombrio. Se esse período for muito longo, começaremos a ter sensações e sintomas de doenças que logo se manifestarão fisicamente.

Literalmente, começamos a desistir de querer viver (depressão).

 1ª Atitude – Retomar os objetivos originais de vida (sonhos pessoais/profissionais)

Inúmeros profissionais ao iniciar suas carreiras tentaram ingressar em empresas que ofereciam funções/projetos que estavam em ressonância com o que tinham de melhor a oferecer.

E 95% realizaram tentativas suficientes para perceber que naquele momento não seria possível realizar o que tanto sonharam e decidiram iniciar com as opções que estavam disponíveis.

Lembra? Era para ser apenas um quebra galho. Os anos foram passando, e após 5, 10 ou até 15 anos, ainda estão na mesma situação de quebra galho (gambiarra profissional).

O provisório virou definitivo. Os olhos perderam o brilho e a voz demonstra total falta de energia.

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Quando parar é mais relevante do que agir –  o ponto de partida sempre é consequência de uma parada estratégica.

A conexão com nossos objetivos pessoais vitais tem a propriedade de nos manter sempre energizados.

Mas, como definir a nossos objetivos se o contexto não é promissor?…

Somente o pescador experiente identifica os melhores cardumes. Sua pesca é sempre farta porque sabe identificar oportunidades.

Oportunidades que todos identificam é comportamento de manada. A maioria é burra. Sempre que estou onde a maioria está, o extraordinário não acontece.

Observe 3 decisões que apoiam a primeira atitude essencial:

A – Aprender a se organizar (planejar).

Após ter clareza do que se quer, o passo seguinte é exatamente criar a melhor estratégia para potencializar as chances de realização (atingir os resultados).

Aos 35, 45 ou 55 anos já assumimos uma série de funções e, de certa forma, nossas 16 horas que passamos acordados ao longo de cada dia, já estão preenchidas.

Realizar paradas estratégicas para se reorganizar em função dos objetivos claramente definidos é o que nos permitirá, em um prazo de 2 ou 3 anos, chegar exatamente onde sonhamos estar.

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95% dos profissionais servem de escada para os 5% criativos e empreendedores realizarem seus sonhos pessoais e profissionais. É apenas uma questão de decisão: quero ser escada ou empreendedor?

Os profissionais escada preenchem os dias com atividades, os empreendedores investem as horas dos seus dias para realizar seus sonhos.

Aqueles que não têm clareza dos objetivos claramente definidos, olham para fora, para o contexto, as circunstâncias e sempre encontram desculpas para justificar o por que estão onde estão e são como são.

Aqueles poucos que se permitem sonhar (têm objetivos claros), olham para dentro de si mesmos, realizam mudanças internas, aprimoramentos em sua maneira de pensar (formas pensamento) de agir (hábitos) e pavimentam seu caminhar sempre mais auto motivados.

B – Retomar com urgência o hábito de aprender (curso superior ou especializações estratégicas).

Os profissionais bem posicionados e com remuneração expressiva são os que vendem conhecimento e inovação (criatividade) nas mais diversas áreas.

Pesquisa realizada pela Associated Press/Ipsos revela que os americanos leem 4 livros por ano, franceses 11 e brasileiros apenas 2 livros.

Aprender a pensar e retomar estudos, é uma excelente atitude, desde que seja consistente e na área alinhada aos objetivos primordiais.

Segundo dados da Pesquisa Nacional de Domicílios (Pnad) divulgados pelo IBGE, apenas 16% dos profissionais brasileiros têm ensino superior completo.

Somente cerca de 3% a 5% das pessoas têm, aos 17 anos, clareza absoluta do que querem realizar profissionalmente nos próximos 6 a 10 anos.

A grande maioria dos que estão felizes com sua escolha, cerca de 15% dos profissionais, acertaram empiricamente através da tentativa e erro ao longo dos anos.

Os demais profissionais, ficam no mercado de trabalho pelo tempo exato para se aposentarem (não suportam mais o que fazem) cerca de 80% nunca conseguiram discernir ou nunca se deram a chance de realizar a sua própria escolha.

Nesse caso, o mercado se encarrega de dar-lhes uma ocupação. Tais profissionais chegam todas as noites em suas casas exaustos, jantam fartamente na poltrona, assistem os jornais, as novelas, todos os jogos de futebol, big Brothers, the voice Brasil, super star até adormecerem diante da telinha.

C – Manter-se auto motivado e criar independência profissional e financeira.

É muito comum ouvirmos inúmeras pessoas dizerem: “já comecei umas 3 faculdades e não concluí nenhuma”. Seguidas de algumas desculpas, tais como: “é que fiquei grávida”; “perdi o emprego”; “mudei de emprego”; “casei e fui morar em outra cidade”, etc.

Empreendedores, pessoas que pensam grande e têm objetivos com potencial auto motivador não permitem que trivialidades assumam o centro dos seus dias.

3% a 5% das pessoas são empreendedores = os criadores da nova realidade.  95% a 97% dos profissionais preenchem espaços e funções criados pelos empreendedores.

Questione-se: como pensam e agem as pessoas que estão ao seu redor? Hoje sabemos que somos a média das 5 pessoas com as quais convivemos o maior tempo dos nossos dias?

Somos a “cara” do espaço físico e social que frequentamos. Pensamos, agimos e vivemos exatamente igual ao grupo que frequentamos.

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Elas precisam sim das pessoas com as quais convivem ou de outros profissionais, mas como auxiliares e implementadores dos seus sonhos pessoais e profissionais.

A estratégia de que fazem uso para se manterem energizadas são os objetivos de curto e médio prazo que estão cotidianamente atingindo. 

2ª Atitude – Evitar a famosa zona de conforto (acomodação).

Acomodar-se é uma atitude normal dos seres humanos.

Sentimos muita necessidade de segurança, por isso preferimos permanecer na zona de conforto.

Somente o autoconhecimento e a clareza de objetivos nas mais diversas dimensões da vida nos manterão afastados das acomodações.

A grande maioria dos profissionais, cerca de 95%, permanecem acomodados em aspectos da sua carreira porque, ao olhar para os lados, constata que todos os seus pares são assim também.

Observe 4 desculpas contrárias a segunda atitude:

A – Não tenho tempo para realizar meus sonhos, o trabalho e a família me sugam muito.

Esse argumento na maioria das vezes é usado como desculpa para deixar tudo como está (zona de conforto).

É típico de quem não tem clareza do que realmente quer. A sua maior certeza ainda é sobre o que não quer mais e a dor ainda não é forte o suficiente para definir e implementar o que realmente quer para a sua vida pessoal ou profissional.

93% a 97% dos seres humanos precisam de uma dose grande de dor para entrar em ação na direção daquilo que sonham.

Essa atitude é conhecida como via negativa de ação ou também, como motivação negativa, na área da psicologia.

Após identificar o que não quer mais, o passo seguinte é ter clareza do que quer e ter habilidade de usar estratégias corretas para implementar.

B – Estou aguardando minha promoção há uns 5 anos e insistem em não dar.

A atitude de esperar que alguém fará algo por nós e, para nós, é passiva, tira das nossas mãos o poder de gerar mudanças.

Só existe uma pessoa capaz de nos promover, é a pessoa que mais nos admira e torce profundamente pelo nosso sucesso – essa pessoa é nós mesmos.

Valorize-se, agregue valor a si mesmo e busque seu espaço no mercado de trabalho.

C – Até tenho tempo disponível para tomar várias iniciativas, mas estou sem energia.

Existem apenas três motivos para estar sem energia – do menos importante ao mais importante, temos: estar emocionalmente abalado por algum motivo significativo pessoal ou familiar; ter alguma doença que ameace a possibilidade de continuar vivendo por muitos anos ou, a mais comum, porém a mais deprimente das três – não estar conectado com o propósito de vida e, como consequência, não saber o que fazer da vida.

D – Tenho muitas ideias, começo sempre com muita energia, mas muito rapidamente largo tudo.

É muito provável que tal pessoa/profissional tem um potencial fora do padrão para criar e possui a predominância nítida do hemisfério direito (criatividade).

Claramente tem tendência a ser muito mais estratégico do que tático. Nesse caso é muito interessante montar uma sociedade com um profissional fortemente tático, isto é, implementador ou contratar um profissional que se encarregará de analisar a viabilidade dos insights e realizar as devidas implementações.

Se começar hoje, daqui a 2 ou 3 anos, estará trabalhando bem menos e ganhando bem mais, caso esteja atuando em sua inteligência dominante (talento mais expressivo) e domine as técnicas de Administração do Tempo (Parada Estratégica).

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Quando fortemente imbuídos do sentimento de mudança, o olhar sempre está direcionado para dentro, nunca para fora de si.

3ª Atitude: Quem planta carvalho (objetivos grandiosos) executa com leveza e suavidade cada fase do planejamento estratégico.

Os que costumam dizer: “sou muito ansioso”, “não tenho paciência”, “quero os resultados tudo para ontem” não têm objetivos expressivos/claros, e têm por hábito atuar no curto prazo.

As ações, quando realizadas no lugar certo, da forma correta e no momento mais adequado, potencializam as chances de atingir os objetivos.

Profissionais na era da informação e principalmente na era da inovação necessitam ser predominantemente estratégicos e não táticos.

Os profissionais com predominância tática são normalmente ansiosos porque constatam que realizam muito (agem o dia inteiro) e os resultados são pouco expressivos.

Retornar do trabalho todos os dias sentindo-se muito exausto e, com a sensação de que não foi produtivo, são dois sintomas de que o profissional está com os dias contados naquele trabalho e, que faz tempo que não se aprimora, está apenas trabalhando.

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Quanto mais valor o profissional consegue agregar, melhor será sua remuneração e encontrará inúmeras portas aberas.

A ansiedade é quase sempre constatação de que ficou para trás e não está mais conseguindo permanecer de pé no dinamismo das mudanças profissionais.

A clareza dos objetivos e o planejamento detalhado sempre são acompanhados de calma e serenidade porque indicam claramente que não é necessário realizar tudo num dia só. Basta todos os dias ter ações diferenciadas e que propiciam um caminhar seguro.

Observe 4 desculpas que contrariam essa terceira atitude:

A – Percebo urgência das mudanças, mas fico paralisado.

O ideal é que o desenvolvimento/crescimento seja contínuo e nunca tenha o caráter de urgência, mas de relevância.

Constatar mudanças urgentes é sempre sinal de muito tempo na zona de conforto (estagnação) e, nesses casos, é bem provável que a estrutura também já esteja obsoleta ou comprometida.

O profissional que constata a necessidade de mudar drasticamente a direção da sua trajetória é porque já vem se arrastando a meses, anos e jogando para a frente com a barriga.

Tais ausências de atitudes são consequências da falta de visão clara (objetivos não definidos), atitude predominantemente tática (ausência de estratégias), da falta de energia (desânimo) e que, por isso mesmo, nunca toma a iniciativa (procrastina).

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Isso só é possível para os profissionais que criam seus próprios desafios.

Eles não se adaptam às mudanças criadas pelo novo contexto, são os que criadores da nova realidade.

B – Tenho a impressão de estar enxugando gelo.

A atitude mais comum dos profissionais é fazer mais do mesmo, isto é, fazer muito esforço, porém no lugar errado e da forma errada.

Acreditam que não conseguem atingir as metas profissionais porque estão fazendo pouco e redobram os esforços para realizar mais no mesmo espaço de tempo e ficam cada vez mais exaustos e fatalmente, serão vítimas das suas próprias atitudes e desanimam (se desmotivam).

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Tais profissionais são sempre predominantemente táticos e, eventualmente/circunstancialmente, tem alguma atitude estratégica.

A atitude mais assertiva é uma urgente parada estratégica para se auto avaliar.

Quando o profissional deixa de procurar desculpas para se justificar e começa a reconhecer o que precisa mudar em si mesmo, sempre encontrará saídas.

C – Gasto muito tempo todos os dias apagando fogo (resolvendo pendências/urgências).

Antes do fogo sempre há fumaça, faísca e as circunstâncias para que o fogo se alastre.

A consistente falta de ações preventivas e de manutenção resultam em urgências nas ações a ponto de, se não forem realizadas imediatamente, comprometerem parte ou toda a estrutura.

O ideal é que invista grande parte das 8 horas de trabalho em ações importantes e não urgentes (quadrante II) e parte menor do tempo em ações importantes e urgentes (quadrante I) e uma porção muito pequena do tempo diário em ações não importantes e urgentes (quadrante IV).

D – Gasto muito tempo no trânsito.

Viver nas grandes metrópoles é estar sujeito a uma demanda diária de 1 a 4 horas no trânsito por dia.

Esse tempo poderia ser investido na realização de um curso superior ou curso de especialização.

Os anos passam e 83% dos profissionais conseguem em 16 horas diárias apenas se deslocar até o trabalho, trabalhar 8 horas e retornar às suas casas.

É um verdadeiro suicídio profissional no médio e longo prazos.

É urgente uma estratégia de médio prazo para, no máximo, gastar 1 hora no trânsito, lembrando que o ideal é apenas 30 minutos.

Precisa tornar possível morar perto do trabalho ou ter acesso a um transporte como o metrô que permita um deslocamento longo em pouco tempo.

4ª Atitude: Razões para Parar e se Repensar. 

Essa atitude potencializa significativamente as chances de sucesso pessoal e profissional em um tempo muito menor.

4 Consequências altamente desejadas das paradas estratégicas.

A – Adquirir independência profissional, ser dono do próprio passe.

Cerca de 95% dos profissionais vendem de 8 a 10 horas dos seus dias por 1 a 8 salários mensais.

Sair dessa condição requer estratégias bem específicas e arrojadas. Caso contrário permanecerá assim por 35 a 45 anos ininterruptos.

Definitivamente, todos podem, mas apenas uns poucos conseguem.

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Querer resultados diferentes, mas continuar tendo as mesmas atitudes é ilusório.

Esperar que outros mudem, que o contexto seja promissor, que a empresa faça mudanças, para que enfim, possamos mudar nossa realidade é ser refém das circunstâncias, é ficar de mãos atadas.

Entender que as condições econômicas, sociais, intelectuais e familiares atuais são consequências do que realizamos no passado ou do que deixamos de realizar, já demonstra um bom grau de lucidez e amplia muito as chances de daqui a 2 ou 3 anos a realidade ser muito diferente da atual.

Definir quantas horas quer trabalhar, o quanto quer ganhar e o como quer se sentir daqui a 2 ou 3 anos é o próximo passo.

B – A retomada de várias atitudes profissionais/pessoais relevantes.

É humanamente compreensível que os profissionais/pessoas vão largando certas coisas, mesmo que importantes, na medida em que se sentem estressados, desmotivados e com poucas perspectivas de serem promovidos/valorizados.

Adiar temporariamente, muitas vezes, é até estrategicamente correto. O problema é que, em sua grande maioria, tais projetos/objetivos demoram muito para serem retomados ou definitivamente não são mais retomados.

O hábito de realizar paradas estratégicas permite avaliar o que é importante, retomar ou largar o que realmente precisa ser largado e por quanto tempo.

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O contexto profissional impõe condições, tais como – fluência num segundo idioma, ter facilidade em tecnologia da informação (softwares básicos/específicos), continuar aprendendo academicamente (curso superior, especializações, pós-graduações), adquirir habilidade de falar em reuniões, apresentar projetos, saber gerenciar equipes, etc.

C – disposição para se recolocar no mercado de trabalho.

É essencial que os profissionais já ao longo da universidade ou nos 3 a 5 primeiros anos de vida profissional aprendam a negociar a remuneração por suas horas de trabalho ou pelos seus projetos profissionais.

E, quando não atendidos, demitir o parceiro (antigo patrão) e partir em busca de novos parceiros ou tornar-se um empreendedor.

A grande maioria fica aguardando que a corporação/empresa ofereça uma condição melhor de trabalho e remuneração.

Isto sempre demora bem mais do que se está disposto a esperar ou poderá nunca acontecer.

Porém, todo profissional com um mínimo de bom senso, só parte para uma renegociação de remuneração e função diante da inegável disparidade entre o que oferece e o que recebe.

D – melhorar a qualidade de vida, diminuir o stress.

Trabalhar entre 4 a 6 horas diárias, ser remunerado entre 10 a 30 salários, investir pouco tempo no trânsito diariamente e desenvolver-se/integrar-se enquanto trabalha – melhora em muito a saúde física, emocional e mental. Diminui em muito o nível de stress.

Abraham Maslow afirma que somente quando o ser humano consegue segurança física e emocional é que conseguirá desprender/liberar tempo e energia para atividades que têm maior chances de proporcionar gratificação – fazer atividades físicas, viajar com a família, desenvolver um hobby, fazer um curso para desenvolver habilidades, tais como música, natação, mergulho, alpinismo etc.

Ou até mesmo permitir-se sonhar (o que é bem diferente de não ter pesadelos).

Bônus…

Fuja das 3 desculpas que nocauteiam 97% dos profissionais/pessoas.

MAS ACONTECE QUE…

A – Não tenho tempo para parar e, muito menos, energia e disposição para planejar.

Parar para se repensar é o mais promissor investimento de tempo. Porque, se a parada estratégica for de boa qualidade, todo tempo vindouro será investido em estratégias e ações com muito maior valor agregado.

Continuar pensando e agindo como sempre pensou e agiu nunca terá surpresas – os resultados sempre serão bem aquém do esperado. Isto sim, é perder tempo.

Os profissionais/pessoas que têm essa atitude, um dia terão que parar. Porém, quando isso acontecer não terão mais condições de retomar o nível que um dia estiveram e, muito menos, ir para níveis superiores de performance.

B – Tenho medo de traçar objetivos grandiosos e levar um tombo muito grande.

Quem consegue vislumbrar um objetivo suficientemente grande para si e que, quando foca nele, sente-se forte, energizado, motivado é porque conseguiu entrar em contato com seu potencial interior.

Conseguir implementá-lo com sucesso vai depender apenas da habilidade ao usar as estratégias corretas de planejamento.

O profissional/pessoa que se permitiu sonhar, planejar e implementar, consegue uma posição considerável em sua área, se, eventualmente cair, mas jamais volta para o mesmo lugar de onde partiu.

E, como aprendeu muito enquanto implementava os seus sonhos, tem hoje uma estrutura que permite muito mais rapidamente retomar ou partir para implementação de um novo sonho.

Não são apenas as conquistas que se tornaram grandiosas, o profissional que a implementou também se tornou relevante e percebido em sua área.

Afinal, somente Luiz XV pôde sonhar o palácio de Versalhes.

C – Se eu fosse mais jovem, mas aos 45 anos acho que não vale mais a pena.

Todo empreendedor tem consciência de que só tem uma pessoa que pode nos impedir de atingir nossos objetivos – nós mesmos.

O profissional otimista e com forte viés empreendedor, aos 45 anos conclui – com essa idade aumentaram muito as chances de sucesso, pois hoje sei muito mais, já conheço o caminho das pedras, adquiri boa bagagem e sinto que tenho muito a oferecer.

O pessimista conclui, se até essa idade não tive sucesso, logo, não é agora – gordo, careca e com esse carro de 150.000 km retido na garagem, que conseguirei alguma coisa.

É fundamental lembrar que o que mais diferencia um ser humano do outro não é o grau inteligência (QI), mas o tamanho da ousadia, a determinação e a tenacidade para implementahttp://blog.methodus.com.br/wp-content/uploads/2016/11/botao-paradas-estrategicas-.jpgr os objetivos definidos com clareza.

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