Seus Olhos Brilham? Sua voz Vibra?

4 Atitudes Infalíveis para Construir um Futuro Promissor.                   

Brilho nos olhos, vibração na voz e passos firmes indicam o grau de automotivação dos seres humanos.

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A clareza dos objetivos e não o quociente de inteligência (QI), é o gatilho mais poderoso que aciona o grande manancial de energia que todos, sem exceção, temos.

Quanto mais cedo identificarmos a nossa melhor contribuição para o mundo, mais tempo temos para aprimorar nossa inteligência dominante (talentos) e potencializar nossa energia pessoal.

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Quando cedemos diariamente em pontos estrategicamente vitais, aos poucos, nos desconectamos do nosso dinamismo interno – ficamos apáticos e anêmicos.

Tudo começa a ficar custoso, complicado e sombrio. Se esse período for muito longo, começaremos a ter sensações e sintomas de doenças que logo se manifestarão fisicamente.

Literalmente, começamos a desistir de querer viver (depressão).

 1ª Atitude – Retomar os objetivos originais de vida (sonhos pessoais/profissionais)

Inúmeros profissionais ao iniciar suas carreiras tentaram ingressar em empresas que ofereciam funções/projetos que estavam em ressonância com o que tinham de melhor a oferecer.

E 95% realizaram tentativas suficientes para perceber que naquele momento não seria possível realizar o que tanto sonharam e decidiram iniciar com as opções que estavam disponíveis.

Lembra? Era para ser apenas um quebra galho. Os anos foram passando, e após 5, 10 ou até 15 anos, ainda estão na mesma situação de quebra galho (gambiarra profissional).

O provisório virou definitivo. Os olhos perderam o brilho e a voz demonstra total falta de energia.

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Quando parar é mais relevante do que agir –  o ponto de partida sempre é consequência de uma parada estratégica.

A conexão com nossos objetivos pessoais vitais tem a propriedade de nos manter sempre energizados.

Mas, como definir a nossos objetivos se o contexto não é promissor?…

Somente o pescador experiente identifica os melhores cardumes. Sua pesca é sempre farta porque sabe identificar oportunidades.

Oportunidades que todos identificam é comportamento de manada. A maioria é burra. Sempre que estou onde a maioria está, o extraordinário não acontece.

Observe 3 decisões que apoiam a primeira atitude essencial:

A – Aprender a se organizar (planejar).

Após ter clareza do que se quer, o passo seguinte é exatamente criar a melhor estratégia para potencializar as chances de realização (atingir os resultados).

Aos 35, 45 ou 55 anos já assumimos uma série de funções e, de certa forma, nossas 16 horas que passamos acordados ao longo de cada dia, já estão preenchidas.

Realizar paradas estratégicas para se reorganizar em função dos objetivos claramente definidos é o que nos permitirá, em um prazo de 2 ou 3 anos, chegar exatamente onde sonhamos estar.

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95% dos profissionais servem de escada para os 5% criativos e empreendedores realizarem seus sonhos pessoais e profissionais. É apenas uma questão de decisão: quero ser escada ou empreendedor?

Os profissionais escada preenchem os dias com atividades, os empreendedores investem as horas dos seus dias para realizar seus sonhos.

Aqueles que não têm clareza dos objetivos claramente definidos, olham para fora, para o contexto, as circunstâncias e sempre encontram desculpas para justificar o por que estão onde estão e são como são.

Aqueles poucos que se permitem sonhar (têm objetivos claros), olham para dentro de si mesmos, realizam mudanças internas, aprimoramentos em sua maneira de pensar (formas pensamento) de agir (hábitos) e pavimentam seu caminhar sempre mais auto motivados.

B – Retomar com urgência o hábito de aprender (curso superior ou especializações estratégicas).

Os profissionais bem posicionados e com remuneração expressiva são os que vendem conhecimento e inovação (criatividade) nas mais diversas áreas.

Pesquisa realizada pela Associated Press/Ipsos revela que os americanos leem 4 livros por ano, franceses 11 e brasileiros apenas 2 livros.

Aprender a pensar e retomar estudos, é uma excelente atitude, desde que seja consistente e na área alinhada aos objetivos primordiais.

Segundo dados da Pesquisa Nacional de Domicílios (Pnad) divulgados pelo IBGE, apenas 16% dos profissionais brasileiros têm ensino superior completo.

Somente cerca de 3% a 5% das pessoas têm, aos 17 anos, clareza absoluta do que querem realizar profissionalmente nos próximos 6 a 10 anos.

A grande maioria dos que estão felizes com sua escolha, cerca de 15% dos profissionais, acertaram empiricamente através da tentativa e erro ao longo dos anos.

Os demais profissionais, ficam no mercado de trabalho pelo tempo exato para se aposentarem (não suportam mais o que fazem) cerca de 80% nunca conseguiram discernir ou nunca se deram a chance de realizar a sua própria escolha.

Nesse caso, o mercado se encarrega de dar-lhes uma ocupação. Tais profissionais chegam todas as noites em suas casas exaustos, jantam fartamente na poltrona, assistem os jornais, as novelas, todos os jogos de futebol, big Brothers, the voice Brasil, super star até adormecerem diante da telinha.

C – Manter-se auto motivado e criar independência profissional e financeira.

É muito comum ouvirmos inúmeras pessoas dizerem: “já comecei umas 3 faculdades e não concluí nenhuma”. Seguidas de algumas desculpas, tais como: “é que fiquei grávida”; “perdi o emprego”; “mudei de emprego”; “casei e fui morar em outra cidade”, etc.

Empreendedores, pessoas que pensam grande e têm objetivos com potencial auto motivador não permitem que trivialidades assumam o centro dos seus dias.

3% a 5% das pessoas são empreendedores = os criadores da nova realidade.  95% a 97% dos profissionais preenchem espaços e funções criados pelos empreendedores.

Questione-se: como pensam e agem as pessoas que estão ao seu redor? Hoje sabemos que somos a média das 5 pessoas com as quais convivemos o maior tempo dos nossos dias?

Somos a “cara” do espaço físico e social que frequentamos. Pensamos, agimos e vivemos exatamente igual ao grupo que frequentamos.

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Elas precisam sim das pessoas com as quais convivem ou de outros profissionais, mas como auxiliares e implementadores dos seus sonhos pessoais e profissionais.

A estratégia de que fazem uso para se manterem energizadas são os objetivos de curto e médio prazo que estão cotidianamente atingindo. 

2ª Atitude – Evitar a famosa zona de conforto (acomodação).

Acomodar-se é uma atitude normal dos seres humanos.

Sentimos muita necessidade de segurança, por isso preferimos permanecer na zona de conforto.

Somente o autoconhecimento e a clareza de objetivos nas mais diversas dimensões da vida nos manterão afastados das acomodações.

A grande maioria dos profissionais, cerca de 95%, permanecem acomodados em aspectos da sua carreira porque, ao olhar para os lados, constata que todos os seus pares são assim também.

Observe 4 desculpas contrárias a segunda atitude:

A – Não tenho tempo para realizar meus sonhos, o trabalho e a família me sugam muito.

Esse argumento na maioria das vezes é usado como desculpa para deixar tudo como está (zona de conforto).

É típico de quem não tem clareza do que realmente quer. A sua maior certeza ainda é sobre o que não quer mais e a dor ainda não é forte o suficiente para definir e implementar o que realmente quer para a sua vida pessoal ou profissional.

93% a 97% dos seres humanos precisam de uma dose grande de dor para entrar em ação na direção daquilo que sonham.

Essa atitude é conhecida como via negativa de ação ou também, como motivação negativa, na área da psicologia.

Após identificar o que não quer mais, o passo seguinte é ter clareza do que quer e ter habilidade de usar estratégias corretas para implementar.

B – Estou aguardando minha promoção há uns 5 anos e insistem em não dar.

A atitude de esperar que alguém fará algo por nós e, para nós, é passiva, tira das nossas mãos o poder de gerar mudanças.

Só existe uma pessoa capaz de nos promover, é a pessoa que mais nos admira e torce profundamente pelo nosso sucesso – essa pessoa é nós mesmos.

Valorize-se, agregue valor a si mesmo e busque seu espaço no mercado de trabalho.

C – Até tenho tempo disponível para tomar várias iniciativas, mas estou sem energia.

Existem apenas três motivos para estar sem energia – do menos importante ao mais importante, temos: estar emocionalmente abalado por algum motivo significativo pessoal ou familiar; ter alguma doença que ameace a possibilidade de continuar vivendo por muitos anos ou, a mais comum, porém a mais deprimente das três – não estar conectado com o propósito de vida e, como consequência, não saber o que fazer da vida.

D – Tenho muitas ideias, começo sempre com muita energia, mas muito rapidamente largo tudo.

É muito provável que tal pessoa/profissional tem um potencial fora do padrão para criar e possui a predominância nítida do hemisfério direito (criatividade).

Claramente tem tendência a ser muito mais estratégico do que tático. Nesse caso é muito interessante montar uma sociedade com um profissional fortemente tático, isto é, implementador ou contratar um profissional que se encarregará de analisar a viabilidade dos insights e realizar as devidas implementações.

Se começar hoje, daqui a 2 ou 3 anos, estará trabalhando bem menos e ganhando bem mais, caso esteja atuando em sua inteligência dominante (talento mais expressivo) e domine as técnicas de Administração do Tempo (Parada Estratégica).

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Quando fortemente imbuídos do sentimento de mudança, o olhar sempre está direcionado para dentro, nunca para fora de si.

3ª Atitude: Quem planta carvalho (objetivos grandiosos) executa com leveza e suavidade cada fase do planejamento estratégico.

Os que costumam dizer: “sou muito ansioso”, “não tenho paciência”, “quero os resultados tudo para ontem” não têm objetivos expressivos/claros, e têm por hábito atuar no curto prazo.

As ações, quando realizadas no lugar certo, da forma correta e no momento mais adequado, potencializam as chances de atingir os objetivos.

Profissionais na era da informação e principalmente na era da inovação necessitam ser predominantemente estratégicos e não táticos.

Os profissionais com predominância tática são normalmente ansiosos porque constatam que realizam muito (agem o dia inteiro) e os resultados são pouco expressivos.

Retornar do trabalho todos os dias sentindo-se muito exausto e, com a sensação de que não foi produtivo, são dois sintomas de que o profissional está com os dias contados naquele trabalho e, que faz tempo que não se aprimora, está apenas trabalhando.

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Quanto mais valor o profissional consegue agregar, melhor será sua remuneração e encontrará inúmeras portas aberas.

A ansiedade é quase sempre constatação de que ficou para trás e não está mais conseguindo permanecer de pé no dinamismo das mudanças profissionais.

A clareza dos objetivos e o planejamento detalhado sempre são acompanhados de calma e serenidade porque indicam claramente que não é necessário realizar tudo num dia só. Basta todos os dias ter ações diferenciadas e que propiciam um caminhar seguro.

Observe 4 desculpas que contrariam essa terceira atitude:

A – Percebo urgência das mudanças, mas fico paralisado.

O ideal é que o desenvolvimento/crescimento seja contínuo e nunca tenha o caráter de urgência, mas de relevância.

Constatar mudanças urgentes é sempre sinal de muito tempo na zona de conforto (estagnação) e, nesses casos, é bem provável que a estrutura também já esteja obsoleta ou comprometida.

O profissional que constata a necessidade de mudar drasticamente a direção da sua trajetória é porque já vem se arrastando a meses, anos e jogando para a frente com a barriga.

Tais ausências de atitudes são consequências da falta de visão clara (objetivos não definidos), atitude predominantemente tática (ausência de estratégias), da falta de energia (desânimo) e que, por isso mesmo, nunca toma a iniciativa (procrastina).

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Isso só é possível para os profissionais que criam seus próprios desafios.

Eles não se adaptam às mudanças criadas pelo novo contexto, são os que criadores da nova realidade.

B – Tenho a impressão de estar enxugando gelo.

A atitude mais comum dos profissionais é fazer mais do mesmo, isto é, fazer muito esforço, porém no lugar errado e da forma errada.

Acreditam que não conseguem atingir as metas profissionais porque estão fazendo pouco e redobram os esforços para realizar mais no mesmo espaço de tempo e ficam cada vez mais exaustos e fatalmente, serão vítimas das suas próprias atitudes e desanimam (se desmotivam).

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Tais profissionais são sempre predominantemente táticos e, eventualmente/circunstancialmente, tem alguma atitude estratégica.

A atitude mais assertiva é uma urgente parada estratégica para se auto avaliar.

Quando o profissional deixa de procurar desculpas para se justificar e começa a reconhecer o que precisa mudar em si mesmo, sempre encontrará saídas.

C – Gasto muito tempo todos os dias apagando fogo (resolvendo pendências/urgências).

Antes do fogo sempre há fumaça, faísca e as circunstâncias para que o fogo se alastre.

A consistente falta de ações preventivas e de manutenção resultam em urgências nas ações a ponto de, se não forem realizadas imediatamente, comprometerem parte ou toda a estrutura.

O ideal é que invista grande parte das 8 horas de trabalho em ações importantes e não urgentes (quadrante II) e parte menor do tempo em ações importantes e urgentes (quadrante I) e uma porção muito pequena do tempo diário em ações não importantes e urgentes (quadrante IV).

D – Gasto muito tempo no trânsito.

Viver nas grandes metrópoles é estar sujeito a uma demanda diária de 1 a 4 horas no trânsito por dia.

Esse tempo poderia ser investido na realização de um curso superior ou curso de especialização.

Os anos passam e 83% dos profissionais conseguem em 16 horas diárias apenas se deslocar até o trabalho, trabalhar 8 horas e retornar às suas casas.

É um verdadeiro suicídio profissional no médio e longo prazos.

É urgente uma estratégia de médio prazo para, no máximo, gastar 1 hora no trânsito, lembrando que o ideal é apenas 30 minutos.

Precisa tornar possível morar perto do trabalho ou ter acesso a um transporte como o metrô que permita um deslocamento longo em pouco tempo.

4ª Atitude: Razões para Parar e se Repensar. 

Essa atitude potencializa significativamente as chances de sucesso pessoal e profissional em um tempo muito menor.

4 Consequências altamente desejadas das paradas estratégicas.

A – Adquirir independência profissional, ser dono do próprio passe.

Cerca de 95% dos profissionais vendem de 8 a 10 horas dos seus dias por 1 a 8 salários mensais.

Sair dessa condição requer estratégias bem específicas e arrojadas. Caso contrário permanecerá assim por 35 a 45 anos ininterruptos.

Definitivamente, todos podem, mas apenas uns poucos conseguem.

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Querer resultados diferentes, mas continuar tendo as mesmas atitudes é ilusório.

Esperar que outros mudem, que o contexto seja promissor, que a empresa faça mudanças, para que enfim, possamos mudar nossa realidade é ser refém das circunstâncias, é ficar de mãos atadas.

Entender que as condições econômicas, sociais, intelectuais e familiares atuais são consequências do que realizamos no passado ou do que deixamos de realizar, já demonstra um bom grau de lucidez e amplia muito as chances de daqui a 2 ou 3 anos a realidade ser muito diferente da atual.

Definir quantas horas quer trabalhar, o quanto quer ganhar e o como quer se sentir daqui a 2 ou 3 anos é o próximo passo.

B – A retomada de várias atitudes profissionais/pessoais relevantes.

É humanamente compreensível que os profissionais/pessoas vão largando certas coisas, mesmo que importantes, na medida em que se sentem estressados, desmotivados e com poucas perspectivas de serem promovidos/valorizados.

Adiar temporariamente, muitas vezes, é até estrategicamente correto. O problema é que, em sua grande maioria, tais projetos/objetivos demoram muito para serem retomados ou definitivamente não são mais retomados.

O hábito de realizar paradas estratégicas permite avaliar o que é importante, retomar ou largar o que realmente precisa ser largado e por quanto tempo.

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O contexto profissional impõe condições, tais como – fluência num segundo idioma, ter facilidade em tecnologia da informação (softwares básicos/específicos), continuar aprendendo academicamente (curso superior, especializações, pós-graduações), adquirir habilidade de falar em reuniões, apresentar projetos, saber gerenciar equipes, etc.

C – disposição para se recolocar no mercado de trabalho.

É essencial que os profissionais já ao longo da universidade ou nos 3 a 5 primeiros anos de vida profissional aprendam a negociar a remuneração por suas horas de trabalho ou pelos seus projetos profissionais.

E, quando não atendidos, demitir o parceiro (antigo patrão) e partir em busca de novos parceiros ou tornar-se um empreendedor.

A grande maioria fica aguardando que a corporação/empresa ofereça uma condição melhor de trabalho e remuneração.

Isto sempre demora bem mais do que se está disposto a esperar ou poderá nunca acontecer.

Porém, todo profissional com um mínimo de bom senso, só parte para uma renegociação de remuneração e função diante da inegável disparidade entre o que oferece e o que recebe.

D – melhorar a qualidade de vida, diminuir o stress.

Trabalhar entre 4 a 6 horas diárias, ser remunerado entre 10 a 30 salários, investir pouco tempo no trânsito diariamente e desenvolver-se/integrar-se enquanto trabalha – melhora em muito a saúde física, emocional e mental. Diminui em muito o nível de stress.

Abraham Maslow afirma que somente quando o ser humano consegue segurança física e emocional é que conseguirá desprender/liberar tempo e energia para atividades que têm maior chances de proporcionar gratificação – fazer atividades físicas, viajar com a família, desenvolver um hobby, fazer um curso para desenvolver habilidades, tais como música, natação, mergulho, alpinismo etc.

Ou até mesmo permitir-se sonhar (o que é bem diferente de não ter pesadelos).

Bônus…

Fuja das 3 desculpas que nocauteiam 97% dos profissionais/pessoas.

MAS ACONTECE QUE…

A – Não tenho tempo para parar e, muito menos, energia e disposição para planejar.

Parar para se repensar é o mais promissor investimento de tempo. Porque, se a parada estratégica for de boa qualidade, todo tempo vindouro será investido em estratégias e ações com muito maior valor agregado.

Continuar pensando e agindo como sempre pensou e agiu nunca terá surpresas – os resultados sempre serão bem aquém do esperado. Isto sim, é perder tempo.

Os profissionais/pessoas que têm essa atitude, um dia terão que parar. Porém, quando isso acontecer não terão mais condições de retomar o nível que um dia estiveram e, muito menos, ir para níveis superiores de performance.

B – Tenho medo de traçar objetivos grandiosos e levar um tombo muito grande.

Quem consegue vislumbrar um objetivo suficientemente grande para si e que, quando foca nele, sente-se forte, energizado, motivado é porque conseguiu entrar em contato com seu potencial interior.

Conseguir implementá-lo com sucesso vai depender apenas da habilidade ao usar as estratégias corretas de planejamento.

O profissional/pessoa que se permitiu sonhar, planejar e implementar, consegue uma posição considerável em sua área, se, eventualmente cair, mas jamais volta para o mesmo lugar de onde partiu.

E, como aprendeu muito enquanto implementava os seus sonhos, tem hoje uma estrutura que permite muito mais rapidamente retomar ou partir para implementação de um novo sonho.

Não são apenas as conquistas que se tornaram grandiosas, o profissional que a implementou também se tornou relevante e percebido em sua área.

Afinal, somente Luiz XV pôde sonhar o palácio de Versalhes.

C – Se eu fosse mais jovem, mas aos 45 anos acho que não vale mais a pena.

Todo empreendedor tem consciência de que só tem uma pessoa que pode nos impedir de atingir nossos objetivos – nós mesmos.

O profissional otimista e com forte viés empreendedor, aos 45 anos conclui – com essa idade aumentaram muito as chances de sucesso, pois hoje sei muito mais, já conheço o caminho das pedras, adquiri boa bagagem e sinto que tenho muito a oferecer.

O pessimista conclui, se até essa idade não tive sucesso, logo, não é agora – gordo, careca e com esse carro de 150.000 km retido na garagem, que conseguirei alguma coisa.

É fundamental lembrar que o que mais diferencia um ser humano do outro não é o grau inteligência (QI), mas o tamanho da ousadia, a determinação e a tenacidade para implementahttp://blog.methodus.com.br/wp-content/uploads/2016/11/botao-paradas-estrategicas-.jpgr os objetivos definidos com clareza.

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3 Erros e 5 Acertos dos Concursandos e Vestibulandos.

Estratégias que todo candidato precisa saber para estudar apenas 6 a 8 meses e ser aprovado.                        

Os já aprovados anos anteriores nos vestibulares das melhores universidades federais:

  • USP,
  • UFRJ,
  • UNICAMP.

universidadeuspOu nas provas dos concursos mais concorridos para órgãos públicos, tais como:

  • Receita Federal,
  • Banco Central,
  • Juízes Federais e Estaduais,
  • Promotoria e Defensoria Públicas.

Sem exceção, todos tiveram em comum dois focos:

  • sabiam o que estudar (leram os editais com atenção);
  • entraram e ação, porém com as técnicas de estudos adaptadas ao seu estilo de aprendizagem.

Por isso fazem parte de três índices:

  • acertaram 85% a 95% das 100 a 120 questões nas 4 a 5 horas de prova;
  • fazem parte do grupo dos 3% a 5% dos candidatos normalmente aprovados todos os anos;
  • por que tiveram alta performance nas 4 a 6 horas de estudos diários ao longo de 6 a 8 meses.

Os 3 erros básicos cometidos por 70% a 90% dos Vestibulandos e Concursandos.

1) “Rachar” durante horas e horas diárias nunca é o melhor método.

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Estudar longas horas diárias não significa necessariamente aprender muito e com qualidade.

Também, não é o elevado QI (quociente de inteligência) o principal responsável pela aprovação em provas de longa duração, como muitos querem acreditar.

Estou convicto que candidatos com grandes chances de aprovação têm sempre três diferenciais em comum:

  • sabem estudar no Estado da Arte (técnicas adaptadas ao seu estilo de aprendizagem;
  • têm alta resiliência (determinação/persistência);
  • sabem muito bem o que querem (não estão fugindo de problemas, estão conquistando sonhos).

A neuropedagogia comprova que a mente humana não assimila volumes enormes de informações abstratas em um único dia.

A passagem das informações da memória de trabalho (momento de estudo) para a memória permanente (conhecimento assimilado) é realizada por camadas.

Trocando em miúdos, isso significa, os candidatos precisam criar o hábito de repassar as matérias já estudadas.

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Maratonistas precisam de técnicas específicas ao longo do treinamento.

Atletas que treinam a esmo durante 1 ano, jamais conseguirão a performance do atleta que treina com a orientação técnica correta.

2) Não realizam repasses das matérias já estudadas.

Esse hábito errôneo de estudo foi adquirido durante o ensino médio.

Era suficiente para atingir a média, assistir as aulas e rever a matéria horas antes das provas.

Por isso, é normal vestibulandos e concursandos mergulharem nos estudos fazendo uso dessa única estratégia por eles conhecida e que acreditam ser eficaz.

Em provas que exigem domínio de volumes extensos de informações, a importância dos repasses periódicos faz toda a diferença.

As provas no ensino médio eram realizadas comumente sobre 4 ou 5 capítulos de uma única matéria e duravam apenas 50 minutos a 1 hora.

Os repasses periódicos não eram percebidos como necessários ao longo dos 2 ou 3 meses de estudos porque na véspera da prova conseguiam, em 2 ou 3 horas, rever os 4 ou 5 capítulos integralmente.

Porém, vestibulandos e concursandos jamais conseguirão rever toda a matéria em 2 meses de estudos, e muito menos, em 2 ou 3 horas de véspera.

Os candidatos (concursandos e vestibulandos) que estão no segundo, terceiro ou até quarto ano de estudos e estão prestes a desanimar, sem exceção, não têm hábito de repassar as matérias já estudadas.

3) Limitam-se, tão somente, a ler as matérias em resumos apresentados
pelos cursinhos preparatórios.

Os manuais de estudos são uma compilação de textos explicativos dos tópicos mais relevantes de cada matéria.

Textos sempre são extensos e jamais devem ser decorados na íntegra.

Os próprios autores dos textos não lembram as frases que escreveram.

Mas todos os autores têm na ponta da língua os raciocínios e os argumentos que os fundamentam.

No dia da prova, o candidato precisa ter duas grandes habilidades – raciocínio e memória. Cada matéria está estruturada de um jeitão bem particular.

O momento mais adequado para identificar esse jeitão é enquanto faz a leitura dos manuais.

Mas atenção, a técnica de sublinhar já auxilia muito, porém não é o suficiente porque não é eficaz para as revisões periódicas extremamente necessárias.

A simples leitura ou a leitura sublinhada são técnicas que auxiliam o entendimento dos raciocínios e seus respectivos argumentos.

Porém não os agrupam (mind maps) e, aos poucos, os candidatos têm a sensação de que estão esquecendo o que já estudaram, isto é, as memórias de curto e de longo prazos estão sensivelmente prejudicadas.

Os 5 acertos primordiais dos candidatos que sempre estão entre os 10 primeiros colocados nas listas dos aprovados.

1) Objetivos bem definidos e fortemente motivadores, acrescidos de planejamento estratégico.

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Os 10 primeiros colocados acabaram de concretizar os seus melhores sonhos estratégicos.

Por sonhos, devemos entender aquilo pelo qual damos a vida para obter e, por planejamento estratégico, ter consciência da importância das ações realizadas no momento certo e com a intensidade certa.

Objetivos claros e fortemente motivadores é privilégio de todos, mas somente poucos têm. Objetivos claros têm tudo a ver com escolha e, jamais com fuga.

O candidato que definiu o que quer e está fortemente motivado, entende que precisa fazer uso das melhores estratégias para que cada hora e cada dia de estudo tenham excelência.

Estudar em Alta Performance consiste em:

  • horário de estudos: 4 a 6 horas de estudos diários distribuídos em períodos de 50 minutos a 1 hora e intercalados com refeições leves e nutritivas;
  • 7 à 9 horas de sono altamente reparador, pois é durante o sono que a mente organiza e sedimenta as informações estudadas e recupera a energia e a capacidade de focar por horas do dia seguinte;
  • exercícios físicos diários em 3 níveis: alongamentos, aeróbios e anaeróbios, fundamentais para descarregar adrenalina e gerar a serotonina.

2) Mind maps, sua principal estratégia para entender, sintetizar e memorizar as matérias.

A melhor técnica de memória sempre será o entendimento das matérias estudadas.

O que significa entender? Significa fazer sentido para a mente. A neurociência mostra que o que faz sentido (memória de trabalho – curto prazo) aumenta em 95% a memória permanente (longo prazo).

Informações soltas na mente e que não fazem sentido são muito rapidamente esquecidas. Entender, nada mais é, do que criar redes neurais.

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Concursandos e Vestibulandos que estudam no estado da arte dedicam suas melhores horas do dia para aprender, isto é, ler, sublinhar e sintetizar (mind map).

Longos capítulos são reduzidos a uma página na qual estão classificados, por ondem de importância, os grandes pontos, bem como os detalhes do assunto entendido e sublinhado enquanto realizava a leitura.

3) Intercalam duas frentes de estudos.

Ao longo de cada dia de estudos realizam duas etapas bem distintas uma da outra.

Essa estratégia tira a monotonia e otimiza cada hora de acordo com a sua qualidade de energia.

O cérebro precisa de estímulos diversificados para se manter focado.

Estudar 4 a 6 horas uma única matéria é a melhor estratégia para dispersar, entediar e não memorizar.

O critério para definir qual frente de estudo é a mais adequada é a qualidade de energia que cada estudante tem nas mais diversas horas do dia.

As horas com melhor disposição devem ser usadas para a primeira frente de estudos – aprender partes novas das matérias, fazendo uso da estratégia: ler, entender, sublinhar e sintetizar.

A qualidade da aprendizagem é sempre proporcional à disposição mental e às técnicas adequadas a cada momento.

Aqueles momentos ao longo do dia que, naturalmente, têm menor qualidade, mas que também precisam ser aproveitados para estudar, são ideais para realizar a segunda frente da aprendizagemrealizar repasses periódicos e espaçados.

Tais repasses somente serão viáveis, se, e somente se, as matérias estudadas estiverem sintetizadas em forma de mind maps.

Portanto, os dias dos candidatos que estudam no estado da arte têm sempre essas duas ações primordiais:

  • primeira frente de estudos: ler, entender, sublinhar, sintetizar;
  • segunda frente de estudos: repasses periódicos e espaçados.

Lembro que precisam ser intercaladas com nutrição correta, horas adequadas de sono e exercícios físicos.

4) Simulados, o quarto grande segredo dos primeiros colocados.

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Identificar rapidamente o que o examinador está testando em cada pergunta só é possível para o candidato que já realizou inúmeras provas.

Além de saber a matéria na ponta da língua, adquiriu também a habilidade de resolver assertivamente as questões no menor tempo possível.

Os últimos 45 dias que antecedem as provas, precisam ser dedicados a realização de 1 simulado por dia, seguido de revisões pontuais de cada matéria e de uma análise cuidadosa sobre a estratégia que utilizou para realizar o simulado.

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Quanto melhor o candidato treinou nessa fase de realização dos simulados a identificar rapidamente o grau de dificuldade de cada questão: fácil, média, difícil, bem como o uso estratégico das 3 ou 4 horas da prova, potencializará a suas chances de conquistar as melhores vagas.

5) Têm ações consistentes e praticam kaizen todos os dias.

Como é imprescindível estudar entre 4 a 6 horas todos os dias durante 6 a 8 meses, o erro mais comum de 95% dos candidatos não aprovados é a inconstância nas ações e a repetição dos mesmos erros diariamente.

Veja porque Eduardo Ito não conseguiu sua vaga de medicina na UNESP – “Eu estudava um ou dois dias na semana durante 9 a 12 horas, um ou dois dias apenas 1 a 2 horas e, muitas vezes, não estudava nada um dia ou outro por me sentir exausto”.

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Aprende-se muito mais mantendo uma quantidade de horas que o ser humano suporta bem (4 a 6 horas) todos os dias, do que horas excessivas por alguns dias e intercalar com dias sem estudos.

Kaizen é a principal estratégia de adaptação utilizada pelos candidatos que ocupam as melhores vagas. Ela significa em sua essência: hoje melhor do que ontem e pior do que amanhã.

Ao final de cada dia o candidato é a pessoa mais apropriada para identificar o que funcionou e o que não funcionou.

Se fizer os ajustes necessários todos os dias, mesmo que bem pequenos, aumentará sobremaneira suas chances para a tão almejada aprovação.

As três palavras-chave dos concursandos e vestibulandos são: dedicação, determinação e consistência.

E, por último, um Bônus: renovar todos os dias mentalmente e emocionalmente os seus sonhos (objetivos estrategicamente definidos).

Cada manhã inebriar-se com a visualização da aprovação na prova – ver, ouvir e sentir a vida após a aprovação. Tudo será bem diferente.

Após a aprovação, a vida dará um grande salto. Somente os mais bem preparados conquistarão este upgrade, não é coisa para fracos e pessoas pouco afeitas a esforços fora da mediocridade.

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O dia de estudo será sempre bem mais fácil quando iniciado com a energia emocional focada nos resultados (motivação) e a energia racional focada nas matérias propriamente ditas.

 

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Verdade ou Mito? Oradores são necessariamente Extrovertidos

O que esperar do treinamento para falar em público.

Estão na ponta da língua os grandes oradores que forjaram a história através da palavra, tais como Gandhi, Luther King, Hitler. Esses e tantos outros de maior ou menor envergadura tiveram uma personalidade bem diferente dos grandes comediantes que estimularam gargalhadas e descontração, tais como Charlie Chaplin, Gerry Lewis, Grande Otelo.

Quando pensamos em grandes descobertas e inventos que causaram impacto significativo na humanidade, tais como Nicolau Copérnico com o heliocentrismo, fissão nuclear com Otto Hahn, teoria da relatividade com Albert Einstein, ou mais recentemente a Microsoft de Bill Gate e os produtos mais avançados que temos hoje para interação online com Steve Jobs – todas essas conquistas ocorreram por causa da introversão, não apesar da introversão.

Porém, quando queremos nos divertir, pensamos em assistir shows, partidas de futebol, desfile de escolas de samba, visitar lugares movimentados – nesses eventos e lugares quem está no comando são os extrovertidos.

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Estamos diante de duas necessidades e de dois estilos de personalidades bem diferentes: introversãoextroversão.

Como identificar o perfil da minha personalidade?

Introversão e extroversão são dois extremos do espectro de personalidade. É fácil identificar o típico introvertido: reflexivo, de pouca fala, muito observador, prefere trabalhar sozinho, normalmente é excelente em ciências exatas, etc. O típico extrovertido: adora estar com os outros, de fala fácil, brincalhão, estuda para passar de ano, ama organizar eventos sociais, se relaciona fácil e expressa com leveza o que pensa.

O espectro Introversão – Extroversão tem embasamento científico?

Historicamente, a partir da Revolução Industrial, foi deixado de lado o culto ao caráter. Eram comuns palavras de comando, como – honra, reputação, integridade, disciplina, ordem (como me vejo); e, começou-se, aos poucos, a ouvir palavras de ordem bem diferentes, como – magnético, fascinante, atraente, ousado, divertido, sociável (como sou visto). Claramente vivemos hoje num ambiente onde reina o ideal da extroversão – passamos, portanto, do interior para o exterior.

Cientificamente em 1920 o psicólogo Alfred Adler em seu best seller A Ciência da Natureza Humana criou a expressão – complexo de inferioridade. Sua tese era de que crianças criadas com adultos (pais, tios, irmãos) sentem-se inferiores e quando canalizam suas energias para a realização de seus objetivos e não são bem-sucedidos, criam o complexo de inferioridade.

Carl Gustav Jung em 1921 em seu livro Tipos Psicológicos estudou em profundidade a personalidade humana. Para ele, os introvertidos são atraídos pelo mundo interior do pensamento e sentimentos, focam no significado dos eventos e recarregam suas energias ficando sozinhos; já os extrovertidos são atraídos para o mundo exterior dos sons, formas, movimentos e mergulham nos próprios acontecimentos e se socializam para se recarregar.

Mas foi o psicólogo do desenvolvimento Jerome Kagan que pesquisou mais a fundo as características neurológicas cerebrais para explicar porque somos mais introvertidos ou mais extrovertidos. Analisou o sistema límbico e constatou que os bebês aos 4 meses que demonstram alta reatividade a fatores estranhos serão introvertidos – este é um traço de personalidade conhecido como tímidos; aqueles que têm baixa reatividade serão extrovertidos – um traço de personalidade conhecido como desinibidos.

Portanto, psicólogos e neurocientistas explicam a escala de introversão – extroversão através da sensibilidade do sistema límbico (temperamento) e da educação na primeira infância (ambiente), o qual costumamos chamar de personalidade.

Introvertidos – Extrovertidos e as estratégias para apresentações de impacto. E qual perfil é melhor para falar em público?

O importante para a nossa reflexão é saber em que ponto da escala introversão – extroversão me encontro, para entender o que fazer ao realizar apresentações em público que sejam prazerosas a quem realiza e impactantes a quem participa.

Os que estão no extremo da introversão, e que portanto, pensam isolados, amam o silêncio, a leitura, a reflexão precisam focar o seu treinamento em aprender a pensar alto, refletir em voz alta, romper o silêncio, perceber o exterior, olhar para fora, ouvir ideias diferentes das suas, treinar o diálogo e a interação e ter consciência que têm uma grande qualidade para fazer sucesso em público – têm reflexões muito interessantes, conclusões muito bem elaboradas, raciocínios bem estruturados, isto é, seu ponto forte é saber claramente o que falar, apenas precisam treinar o como falar.

Os que estão no extremo da extroversão sempre pensaram em voz alta, muito atentos a estímulos que vêm de fora, prontos para interagir e necessitam da presença dos outros para se sentirem vivos. Estes precisam ter consciência que naturalmente são leves, fluentes, agradáveis ao expressar o que sentem e pensam, porém como não têm o hábito de estarem consigo mesmos, fazer silêncio, refletir longamente e sozinhos, precisam treinar a pensar, a refletir, fazer silêncio, pesquisar, prestar atenção no que pensa e diz, focar internamente e adquirir estratégias de organização do raciocínio para expor com clareza e lógica os seus argumentos, isto é, seu ponto forte é a leveza e descontração ao se expor, precisam maior habilidade em como fundamentar e organizar seus argumentos.

Como sei em ponto do espectro da Introversão – Extroversão me encontro?

O maior grupo de acadêmicos e profissionais está entre os dois extremos do espectro – os introvertidos típicos e os extrovertidos típicos. Quem são eles?

São os que tendem a introversão, estes precisam saber que a dificuldade que sentem para expor-se em público é devido à falta de prática de ser para fora, de pensar com naturalidade em voz alta e diante dos outros e analisar com cuidado como está sua autoestima, isto é, o quanto acredita em si mesmo, deixar de se comparar com os outros e valorizar suas qualidades que são inúmeras.

Tais perfis de profissionais ou acadêmicos, quando precisam fazer seminários ou apresentar projetos costumam focar bem mais nos estudos do que na performance para expressar, pois acreditam que a insegurança persiste por não terem ainda estudado o suficiente, pensam assim porque é da sua própria natureza serem mais reflexivos do que interativos.

Já aqueles que tendem a extroversão precisam fazer mais força nos estudos, nas pesquisas, dedicar mais tempo e esforço nas análises dos temas sobre os quais vão falar. Profissionais e acadêmicos com tal perfil, após terem realizado a preparação intelectual, focam seus esforços na performance.

Estão com o foco equivocado. O esforço correto aos profissionais e acadêmicos com tendência a extroversão precisa ser bem mais acentuado no estudo, nas pesquisas, na organização dos argumentos – caso contrário, farão reuniões ou apresentações muito descontraídas, agradáveis, porém superficiais.

Portanto, encontramos pessoas muito introvertidas, ou muito extrovertidas, mas é mais normal nos depararmos com pessoas com tendência à introversão ou com tendência a extroversão – e isso não é algo que deva ser curado, mas corretamente explorado.

E, quando se trata de falar em público e atender plenamente o auditório, cada perfil precisa ter consciência do que exatamente precisa fazer para preparar e apresentar o melhor conteúdo com a melhor performance.

Extrovertidos e introvertidos têm diferentes meios de buscar segurança em público.

Pessoas muito introvertidas ou com tendência a introversão vão para dentro para adquirir segurança – portanto, o silêncio é o ponto de partida para a sua eloquência. Já as muito extrovertidas ou com tendência à extroversão vão para fora para se sentirem seguras – portanto, são os estímulos externos que os tornam eloquentes.

Fale sempre sobre algo pelo qual é apaixonado, isso tira o foco de si mesmo. Essa estratégia faz com que o sistema límbico fique em segundo plano, e o neocórtex com o hipocampo (memória) assumam o comando.

Veja então qual a sua dinâmica natural.

A dinâmica natural dos introvertidos é: cabeça  voz – corpo. Já a dinâmica preferida dos extrovertidos é: corpo – voz – cabeça.

Como os diferentes perfis devem proceder durante a apresentação.

Os acadêmicos e profissionais que tendem naturalmente a introversão, deverão permitir que o neocórtex (raciocínio lógico) assuma levemente o comando, mas com o cuidado de não serem excessivamente formais.

Já aqueles com tendência a extroversão precisam deixar o sistema límbico assumir o comando, isto é, devem permitir que sua tendência natural a extroversão, assuma levemente o controle, porém sem perder a sequência lógica do raciocínio.

Em qual ponto do espectro introversão – extroversão você está?

Ter consciência desse ponto fará com que cada profissional, cada estudante saiba como e onde fazer o esforço para realizar apresentações em que sinta muito prazer antes, durante e depois da apresentação e os ouvintes saiam dali com a sensação de não terem percebido o tempo passar e profundamente gratos pela densidade e qualidade das reflexões.

Um treinamento adequado para aumentar a performance em público tem muita relação com a sensibilidade do treinador em relação ao treinando para identificar em que ponto do espectro introversão – extroversão ele se encontra e do quanto o treinando tem condições emocionais e intelectuais naquele momento para superar-se.

Portanto, Introvertidos e Extrovertidos, se bem treinados, farão apresentações de impacto.

Seja num seminário na universidade ou numa palestra no ambiente profissional, a alta performance é um misto de argumentos bem fundamentados (introversão) e expressados com a leveza e clareza adequadas ao momento e ao público alvo (extroversão).

Extrovertidos típicos ou com tendência a extroversão só farão apresentações relevantes e prazerosas se também performarem quanto ao conteúdo (seu maior desafio). Ao passo que introvertidos típicos ou com tendência a introversão somente atingirão a eloquência se, além da preciosidade do conteúdo, também performarem na descontração e leveza no contato com o público.

“Não é que eu seja tão inteligente”, disse Albert Einstein, que era um perfeito introvertido, “é que passo mais tempo com os problemas”. Certamente não daríamos boas gargalhadas ao ouvir Albert Einstein palestrar, mas não perceberíamos o passar das horas e sairíamos dali profundamente tocados pela sua visão do universo e da vida que nele pulsa.

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Métodos de memorização: Mnemônica é um dos mais utilizados em crianças

Métodos de memorização: Mnemônica é um dos mais utilizados em crianças

A memorização é algo muito importante em pessoas de todas as idades. Para adultos, cujas rotinas mais atribuladas podem atrapalhar a memorização, é muito importante seguir algumas dicas para descansar e organizar a mente. No entanto, é necessário também que as crianças sejam estimuladas a exercitar essa habilidade, e assim garantir maior sucesso nos estudos e outras atividades.

Quando uma criança precisa estudar um método dentro de um curso de memorização, um dos mais indicados é a Mnemônica. Entenda o que é e como deve ser aplicado no dia a dia dos mais jovens, a fim de apreender melhor o conteúdo durante os estudos e conseguir melhores resultados em exames acadêmicos.

O que é a mnemônica?

A palavras deriva da palavra grega “mnemóne”, que é traduzida como “recordação”. A técnica desenvolvida consiste exatamente em recordar informações através da junção de prefixos, com o objetivo de decorar uma expressão ou frase importante que remeta aos dados que você precisa saber.

Um exemplo comum é na memorização de leis. Se você precisa se lembrar do artigo 121 do Código Penal, por exemplo, você pode pensar nas sílabas “MalReSeVia”: Mal significando “matar alguém”, Re em alusão à “reclusão” e “Se” simbolizando seis, enquanto “Vi”, simboliza “vinte”, sendo estes dois últimos o tempo que a pessoa poderia ficar em reclusão.

Como fazer

É muito importante que a pessoa, ao utilizar a técnica, crie a sua melhor maneira de recordar. Ou seja, ela deve juntar os prefixos das palavras que sejam mais significativas, para que assim consiga memorizar todo o conteúdo de uma maneira mais fácil e que seja mais adequada para associar à expressão da resposta que ela precisa.

Decorar não, memorizar sim

Alguns pais podem ficar relutantes quanto a essa técnica entre as dicas de memorização. O maior receio é que os filhos, então alunos, prefiram as técnicas para decorar do que efetivamente aprender o conteúdo. No entanto, não é assim que acontece.

Segundo observações de pesquisadores da área, o processo de aprendizagem é essencial para que essa técnica possa funcionar de maneira efetiva, causando as sinapses e relações entre os termos que resultarão na melhora da memorização do conteúdo exigido em provas, simulados e outras situações avaliativas.

Técnicas de leitura dinâmica para as questões do vestibular

Técnicas de leitura dinâmica para as questões do vestibular

Um dos principais fatores cobrados nos exames de vestibular em diversos cantos do Brasil é justamente a interpretação de textos. Esse elemento básico está presente em diferentes áreas do conhecimento e se tornou essencial para atingir o sucesso e conquistar uma das disputadas vagas. Essa questão é central em diversos exames, justamente porque é necessário que o vestibulando seja capaz de relacionar diferentes ideias e se comunicar com clareza através do texto – especialmente no caso de exames com mais de uma fase, exigindo uma dedicação ainda maior na leitura e compreensão das questões para escrever a melhor resposta dissertativa. A leitura dinâmica tem papel central na resolução dessas questões, especialmente nessa prova que é tão importante na vida dos jovens.

Lista de leitura

Um dos principais fatores cobrados são os conhecimentos de literatura. Para aproveitar ainda mais a leitura dinâmica, garanta a leitura das obras com antecedência nos períodos de preparação para os vestibulares. A lista de leitura também se modifica periodicamente, por isso é sempre importante se atualizar. No caso da UNICAMP, por exemplo, são 12 obras cobradas na prova. Para se dar bem nas questões, invista na leitura dinâmica dos trechos apresentados para interpretá-los com rapidez e profundidade.

ENEM

O ENEM é um dos mais importantes exames de seleção para as principais universidades do país. Um dos principais pontos cobrados é justamente a intelecção de textos diversos, trabalhando sempre a compreensão dos temas e a capacidade de solucionar problemas. Por esse motivo, é importante sempre ter uma boa leitura das questões, que geralmente vêm acompanhadas de textos, charges, imagens e um grande enunciado que serve de base para a resolução.

Multidisciplinaridade

Atualmente, quem acreditava que a leitura estava direcionada somente para a compreensão de questões do campo das ciências humanas pode se enganar. Com a presença cada vez maior da multidisciplinaridade, fica até mais difícil encontrar questões que envolvam apenas uma área do conhecimento. Mesmo na resposta de problemas matemáticos é preciso compreender bem o texto e ler com dinamismo todas as questões para garantir mais pontos.

Tempo

O tempo para a execução das provas geralmente é bastante limitado. É necessário que o vestibulando esteja preparado para enfrentar também o desafio de responder todas as questões em tempo hábil, sem se perder no planejamento ao enfrentar a prova. São textos grandes e que exigem também a capacidade de ler com rapidez e profundidade, para escolher a alternativa correta com confiança. Por isso, a leitura dinâmica pode ser crucial para garantir que você consiga responder toda a prova e tenha uma boa colocação.

Atualidades

Além de todas as matérias listadas, é esperado que o aluno chegue ao vestibular preparado também para enfrentar uma prova que versará sobre temas da atualidade. Ou seja, é necessário que a pessoa esteja consciente dos principais fatos que afetam o mundo e o seu país. O próprio tema da redação tradicionalmente se utiliza de temas que estão sendo debatidos e comentados pela sociedade. Isso demanda que o vestibulando se dedique à leitura de jornais e acompanhe as principais notícias. A leitura dinâmica tem papel fundamental nesse processo, principalmente pela grande carga de estudo e o pouco tempo para se debruçar sobre cada ponto específico.

5 dicas para fazer a administração do tempo no trabalho

5 dicas para fazer a administração do tempo no trabalho

O desafio de muitas pessoas é administrar seu tempo de trabalho e terminar o dia com todas as tarefas cumpridas, ou sem correria para conseguir finalizá-las. Dessa maneira, é necessário conhecer algumas técnicas que auxiliam na administração do tempo no trabalho, e ter o hábito de praticá-las.

Além de realizar um curso de administração do tempo, também é possível começar seguindo dicas que promovem esse tipo de ação. Mais do que interferir positivamente na sua produtividade, também é possível adquirir informações para aplicar em sua vida pessoal. Conheça cinco delas que podem ajudar em sua rotina!

Estabeleça prazos

A partir do momento que você estabelece prazos, e faça isso com certa antecedência, a organização e a listagem de suas prioridades pode ser feita com adiantamento. Assim, você ganha tempo para realizar todo o trabalho prometido, ou para investir em outros assuntos relevantes para o seu bem-estar e crescimento profissional. Essa dica pode influenciar positivamente em todas as outras, já que a partir dessa prática é possível realizar uma organização mais minuciosa.

Resumo dos compromissos

Listar o resumo dos compromissos da semana é ideal para você conseguir separar o que deve fazer em cada um dos seus dias. Baseado nisso, é importante ter uma agenda diária destinada apenas para os assuntos do seu trabalho, para que você consiga manter todas as tarefas.

Ao final de cada dia, faça uma nova lista com os assuntos que foram resolvidos e aqueles que estão pendentes, anotando o que ficou por fazer para que se realize e entregue assim que possível.

Separar as tarefas

É essencial que as suas tarefas diárias sejam listadas de acordo com uma ordem de prioridade – ou seja, colocar em primeiro lugar aquilo que deve ser feito ou entregue com mais urgência. Se for necessário, faça anotações de todas as tarefas a serem desenvolvidas, materiais, documentos, entre outros. Com isso, você pode administrar melhor o seu tempo no trabalho, promovendo uma organização de ideias e pensamentos, e garantindo a eficiência do raciocínio.

Organização

Uma das grandes questões é manter o ambiente de trabalho sempre organizado. Dessa maneira, você perde menos tempo procurando informações, arquivos ou qualquer outro item que seja essencial para a realização de uma tarefa. Isso influencia positivamente na sua produtividade, já que você gasta menos tempo à procura dos objetos.

De acordo com especialistas, essa atitude também pode promover a motivação no trabalho. Ao ver tudo acontecer de maneira mais rápida e fácil, a vontade de investir em novos projetos ou de aumentar os seus conhecimentos para aplicar em sua rotina profissional se torna maior.

Qualidade de vida

É válido sempre pensar em sua qualidade de vida. Muitas pessoas, imaginando que irão otimizar seu tempo de trabalho, não saem do escritório para almoçar, e acabam realizando as refeições em frente ao computador. Ao contrário do que se pensa, essa atitude pode deixar sua mente mais ocupada e menos produtiva.

Outra ação essencial é planejar alguns intervalos para arejar a cabeça. Não adianta planejar todas as tarefas do dia ou da semana e acabar cansado demais para terminá-las, ou não ter a capacidade de realizá-las com qualidade.

Além disso, levar trabalho para casa ou tentar fazê-lo enquanto deveria estar descansando, por exemplo, pode levar à exaustão. Aproveitar um tempo seu e manter as noites de sono em dia é importante para não sobrecarregar a mente e deixá-la preparada para solucionar problemas ou superar obstáculos que a rotina de trabalho pode oferecer.

Técnicas de apresentação em público: Dicas para discursos de formatura

Técnicas de apresentação em público: Dicas para discursos de formatura

Ser o escolhido para o orador da turma na formatura do colégio ou graduação é uma grande honra. Significa, principalmente, que o restante dos colegas confiam em sua palavra e acreditam no seu potencial para fazer um discurso bonito. Afinal, o orador da formatura carrega as aspirações e sentimentos dos demais formandos ali presentes.

É comum o nervosismo prévio em discursos de formatura, pois a pressão de fazer com que cada detalhe seja perfeito é grande. No entanto, existem algumas formas para que a pessoa sinta-se mais confortável ao discursar diante de tantas pessoas importantes – família, amigos, professores e diretores que acompanharam grande parte da sua vida acadêmica. Confira:

Duração

Um discurso com longa duração pode entediar os convidados, sendo assim o melhor a se fazer é não estender os assuntos apresentados, colocando somente o mais importante no papel, como os principais momentos do tempo de aprendizado, as expectativas e, claro, o agradecimento aos convidados ali presentes: pais, convidados e professores.

Nada de discursos com 30 minutos ou mais – essas ficaram para trás, e saíram de moda no século passado. Os discursos de 5 a 7 minutos são os mais bem vistos atualmente nesse tipo de situação.

Como apresentar

O discurso deve ser lido, porém com muito sentimento em sua voz. Em contraponto a muitas opiniões, os discursos lidos têm maior chance de serem bem sucedidos, alcançando todos os pontos desejados sem engasgos, esquecimentos e outras frustrações.

Aqueles profissionais já especializados em executar discursos perfeitos sem precisar ler têm em seu currículo cursos de oratória e cursos de memorização, por isso conseguem levar todas as palavras ao pé da letra – o que é uma ótima opção para quem quer fazer bonito no discurso de formatura.

No discurso lido são bem-vindas algumas brincadeiras, mencionando situações que marcaram os anos de estudos, mas nada que desrespeite algum colega, professor ou qualquer outra pessoa. Escolha brincadeiras sutis e tenha cuidado para não cair na vulgaridade.

Estilo

O texto deve ser objetivo e claro, contendo aspectos descontraídos para não entediar nenhum convidado. Um discurso alegre e otimista tem maiores chances de tornar-se memorável. Sendo assim, leve a empolgação e expectativas positivas dos seus colegas de classe em conta para fazer o discurso perfeito.

Conteúdo

O conteúdo é tudo, e informações importantes não podem ser esquecidas. Por isso, separamos alguns tópicos com o conteúdo principal para o orador de formatura.

  • Cumprimento aos pais, convidados e professores;
  • Agradecimento a essas pessoas pela presença e por contribuírem com o seu triunfo e o dos seus colegas;
  • Expectativas na nova fase da vida;
  • Amizades e principais momentos da vida acadêmica;
  • Aplicação do aprendido até o momento no mercado de trabalho;
  • Brincadeiras leves, para deixar o discurso mais solto e interativo;
  • Frase/reflexão final emocionante, para comover e tornar seu discurso memorável.

Pratique antes e tenha calma ao discursar

Praticar seu discurso previamente é essencial. Ler e reler o texto algumas vezes faz com que você desenvolva propriedade para discursar sobre o assunto. Assim, você pode calcular o tempo da maneira que achar melhor – até mesmo encaixando o que talvez você tenha esquecido, ou tirando algo desnecessário.

Ter calma é a chave. Você treinou e dispôs os principais tópicos de um orador, ou seja, sabe o que está fazendo. Faça pausas para respirar fundo, isso fará com que você fique mais calmo para continuar seu texto e terminá-lo com sucesso.

[Infográfico] Apresentações de Impacto – 6 Passos Infalíveis

Veja como é fácil e rápido sentir-se pronto para realizar apresentações de impacto.

Apresentações atraentes, nas quais os participantes permanecem focados e interessados são sempre realizadas com naturalidade, tal como uma conversa agradável com os amigos.

Mas qual é o segredo? Assim como não decoramos uma conversa previamente, os palestrantes que se destacam não memorizam um texto, possuem tão somente uma sequência clara das ideias a serem apresentadas.

Quer saber como se faz isso? Acompanhe os 6 Passos Infalíveis no Infográfico – Tutorial abaixo.

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Entenda como funciona o método de leitura dinâmica

Entenda como funciona o método de leitura dinâmica

Ter uma leitura rápida com uma grande absorção de conteúdos sempre foi um desejo comum na sociedade; e as pessoas que conseguem ler uma quantidade maior de coisas num período menor de tempo geralmente recebem a admiração dos demais indivíduos. Dentro desse contexto é que surgiram as técnicas de leitura dinâmica, por volta de 1950: tratam-se de um conjunto de técnicas e habilidades que fazem com que os indivíduos acelerem o ritmo de leitura, reduzam o espaço entre as palavras e consigam assim ler mais palavras em um período de tempo consideravelmente menor.

Polêmica entre os estudiosos de linguagem, as técnicas de leitura dinâmica podem ser extremamente variadas, também podendo se adaptar aos usuários e seus objetivos finais para com o aprendizado. Segundo alguns dados, enquanto uma leitura tradicional leva a passar os olhos por cerca de 200 a 400 palavras por minuto, um leitor dinâmico consegue ler uma quantidade que gira em torno de 1000 a 1700 palavras durante o mesmo período de tempo. A estimativa é de que os leitores tradicionais conseguem ter um aproveitamento de aproximadamente 60% do que leram, enquanto os leitores dinâmicos aproveitam 80% do total.

Como funciona a leitura dinâmica?

A leitura dinâmica pode ser alcançada através de diversas técnicas e métodos; mas, antes de tentar entendê-la, é interessante paramos um pouco para observar o funcionamento da leitura tradicional, feita pela grande maioria das pessoas. O processo funciona da seguinte maneira: primeiro o leitor entra no que os estudiosos chamam de “fixação”, que é o ato de olhar para uma palavra ou para várias antes mesmo de tentar compreendê-la; depois, o processo de transitar com o olho para a identificação da próxima palavra ou conjunto de palavras na etapa denominada de “sacada”.

Os dois processos, da “fixação” e da “sacada”, são repetidos uma ou duas vezes até levar o leitor normal a entender o que aquelas palavras significam e assim finalizar aquela frase, oração ou parágrafo. Segundo estudos realizados por especialistas, o processo de ‘“fixação” leva cerca de 0,25 segundo, o de “sacada” dura 0,1 segundo e o conjunto revisão e compreensão dura em média um valor entre 0,3 e 0,5 segundo. As leituras tradicionais, segundo apontado pelas pesquisas, estão presentes na vida de 95% dos estudantes universitários brasileiros, que possuem uma leitura média de 200 a 400 palavras por minuto.

A grande diferença da leitura dinâmica é reduzir o tempo de “fixação” em cada uma das palavras através da eliminação de algumas manias naturais da leitura, como a subvocalização (um processo de repetição das palavras na cabeça enquanto estas estão sendo lidas), a implantação da leitura em blocos (eliminação do espaço em branco entre as palavras) e do incentivo ao entendimento através de contextos de ideias, tirando assim o foco exclusivo das palavras em si e de seus significados restritos.

Além disso, os leitores dinâmicos utilizam-se de um processo denominado “skimming”, que consiste em correr o olho sobre as frases na busca de palavras-chave que auxiliem na compreensão e absorção do conteúdo do texto. Esse processo, no entanto, não é exclusivo dos leitores dinâmicos: trata-se de uma prática extremamente comum entre os leitores de modo geral. Afinal de contas, quem nunca correu os olhos no texto à procura de palavras que resumissem um pouco de seu conteúdo integral, para só então decidir se o texto realmente vale a pena ser lido? O skimming é uma técnica que precisa ser usada com cautela e cuidado, pois se utilizado com uma frequência muito alta e de modo inadequado, pode prejudicar a compreensão do texto e o próprio aproveitamento da leitura.

Outra técnica bastante importante para facilitar e agilizar a leitura é auxiliar o passar de olhos pela folha com alguns instrumento que guie melhor cada palavra – como os dedos, uma caneta ou um marca página. Esse mecanismo auxilia numa leitura mais rápida e focada, e ajuda a eliminar possíveis distrações no processo.

A leitura dinâmica é um processo antigo, mas que ainda hoje ganha adeptos dia após dia em diversos países e localidades do mundo. E você, vai começar quando?

Como falar bem em público

Como falar bem em público

Falar em público é uma exigência relativamente recorrente em nossa sociedade, e os indivíduos acabam tendo que passar por experiências desse tipo em diversas situações durante a vida. Seja em trabalhos na escola, apresentações de seminário, defesa de teses na faculdade ou mesmo em profissões que exigem certa exposição, o nervosismo e as dúvidas do que pode e deve ser dito em público sempre surgem na cabeça das pessoas.

É muito comum que algumas pessoas já possuam algumas habilidades naturais em se comunicar e consequentemente tenham o dom da oratória nato em si; enquanto algumas outras sofram muito quando se veem na necessidade de estar na frente de um número grande de pessoas, e precisem repassar alguma mensagem ou apresentar algo. Apesar de esses dois tipos de pessoas serem bastante comuns, é preciso destacar que o nervosismo, o esquecimento e as dificuldades em se lembrar o que é preciso ser dito são problemas recorrentes de quem não tem tanta experiência com a oratória.

Nesse contexto é que têm surgido os mais diversos cursos de oratória no país – para ajudar tanto os mais habilidosos a manter a compostura durante a fala, quanto os mais tímidos que precisam entender melhor o processo de oratória. Separamos uma lista com as principais dicas que te farão ter mais confiança na hora de falar em público, e te ajudarão a administrar melhor as falas e a mensagem a ser transmitida. Confira:

1)Preparação

A principal e mais importante dica da nossa lista é saber se preparar para falar o que deve ser falado. Parece óbvio, mas nem sempre funciona assim. Se falar sobre um assunto conhecido, de seu domínio e proximidade, para um grande público já é difícil por conta do nervosismo e do desconforto causado pelo público te assistindo, imagina quando o assunto que deve ser tratado na palestra ou exposição for de pouco conhecimento do palestrante? O processo de comunicação torna-se muito mais difícil e complicado.

A dica, portanto é sempre procurar saber o máximo possível do assunto a ser tratado. Pesquise, leia, releia, faça resumos e esquemas de memorização; tenha em mente os principais pontos, as principais nuances e o que é primordial que você conheça para informar seus ouvintes sobre aquilo que está sendo dito. Treine também o tempo de fala, e esteja preparado para falar mais do que lhe foi proposto: se deveria dar uma palestra de 20 minutos, saiba o suficiente sobre o assunto para falar por 40 minutos, com informações distintas e relevantes

Outra dica que ainda se enquadra na preparação é relativa não apenas ao conteúdo, mas à forma como este será apresentado. A ideia é tentar treinar na frente do espelho, gravar você mesmo falando, ou até convidar alguns amigos para ouvirem seu discurso e assim te ajudar a treinar a naturalidade.

2)Faça um roteiro

Quem nunca ouviu alguém dizendo que bom de oratória mesmo é aquele que consegue discursar sem nem mesmo olhar para nenhuma referência que o lembre do que precisa ser dito? Pois é. As “colinhas” de palestrantes e oradores públicos foram demonizadas por muitas pessoas ao longo dos anos, sendo tidas como símbolo de incapacidade e até mesmo como se o assunto não estivesse suficientemente na ponta da língua do palestrante.

Esse pensamento, no entanto, mostra-se bastante equivocado, já que é de conhecimento geral que a memória humana não é de grande confiança. Memorizar uma palestra ou apresentação inteira, além de ser praticamente inviável do ponto de vista prático, é pouco funcional para a qualidade da palestra em si. Isso porque esquecer alguma palavra da cadeia gigante de informações que precisam ser ditas pode ser fatal, desconcentrando o orador e acabando com a exposição de uma só vez.

A dica é não ter vergonha ou receio de preparar um roteiro simples que esboce aquilo que precisa ser dito: é só elaborar um papel, uma cartolina ou um cartão com pequenas frases, ideias e conceitos que sejam essenciais para a exposição das ideias, e a partir deles iniciar os processos de discussão, debate e ampliação dos conceitos a serem trazidos à tona. Palavras-chave, nomes importantes, datas e dados numéricos são algumas das informações que geralmente são esquecidas mais facilmente e que podem ser colocadas num roteiro básico.

3)Naturalidade e reconhecimento do público

Não ter naturalidade é o principal erro cometido por quem procura falar bem em público e não consegue. Ao discursar num evento, palestra ou apresentação, não tente imprimir em si mesmo uma identidade que não lhe pertence. Ou seja: seja você durante o processo, aja naturalmente e tente dialogar com o público através da ótica que você mesmo reconhece do ambiente.

Outra dica importante é saber com quem se está falando para haver uma troca mais sincera e uma adaptação da linguagem para determinado grupo e público que ouvirá sua mensagem. Não adianta falar para jovens com a mesma linguagem usada em reuniões de negócio em empresas multinacionais, nem falar com empresários como se fossem ouvintes da terceira idade numa palestra sobre qualidade de vida. Ter naturalidade e reconhecer o público para o qual a mensagem está sendo transmitida é essencial para um bom desempenho do orador.