[Infográfico] Apresentações de Impacto – 6 Passos Infalíveis

Veja como é fácil e rápido sentir-se pronto para realizar apresentações de impacto.

Apresentações atraentes, nas quais os participantes permanecem focados e interessados são sempre realizadas com naturalidade, tal como uma conversa agradável com os amigos.

Mas qual é o segredo? Assim como não decoramos uma conversa previamente, os palestrantes que se destacam não memorizam um texto, possuem tão somente uma sequência clara das ideias a serem apresentadas.

Quer saber como se faz isso? Acompanhe os 6 Passos Infalíveis no Infográfico – Tutorial abaixo.

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Entenda como funciona o método de leitura dinâmica

Entenda como funciona o método de leitura dinâmica

Ter uma leitura rápida com uma grande absorção de conteúdos sempre foi um desejo comum na sociedade; e as pessoas que conseguem ler uma quantidade maior de coisas num período menor de tempo geralmente recebem a admiração dos demais indivíduos. Dentro desse contexto é que surgiram as técnicas de leitura dinâmica, por volta de 1950: tratam-se de um conjunto de técnicas e habilidades que fazem com que os indivíduos acelerem o ritmo de leitura, reduzam o espaço entre as palavras e consigam assim ler mais palavras em um período de tempo consideravelmente menor.

Polêmica entre os estudiosos de linguagem, as técnicas de leitura dinâmica podem ser extremamente variadas, também podendo se adaptar aos usuários e seus objetivos finais para com o aprendizado. Segundo alguns dados, enquanto uma leitura tradicional leva a passar os olhos por cerca de 200 a 400 palavras por minuto, um leitor dinâmico consegue ler uma quantidade que gira em torno de 1000 a 1700 palavras durante o mesmo período de tempo. A estimativa é de que os leitores tradicionais conseguem ter um aproveitamento de aproximadamente 60% do que leram, enquanto os leitores dinâmicos aproveitam 80% do total.

Como funciona a leitura dinâmica?

A leitura dinâmica pode ser alcançada através de diversas técnicas e métodos; mas, antes de tentar entendê-la, é interessante paramos um pouco para observar o funcionamento da leitura tradicional, feita pela grande maioria das pessoas. O processo funciona da seguinte maneira: primeiro o leitor entra no que os estudiosos chamam de “fixação”, que é o ato de olhar para uma palavra ou para várias antes mesmo de tentar compreendê-la; depois, o processo de transitar com o olho para a identificação da próxima palavra ou conjunto de palavras na etapa denominada de “sacada”.

Os dois processos, da “fixação” e da “sacada”, são repetidos uma ou duas vezes até levar o leitor normal a entender o que aquelas palavras significam e assim finalizar aquela frase, oração ou parágrafo. Segundo estudos realizados por especialistas, o processo de ‘“fixação” leva cerca de 0,25 segundo, o de “sacada” dura 0,1 segundo e o conjunto revisão e compreensão dura em média um valor entre 0,3 e 0,5 segundo. As leituras tradicionais, segundo apontado pelas pesquisas, estão presentes na vida de 95% dos estudantes universitários brasileiros, que possuem uma leitura média de 200 a 400 palavras por minuto.

A grande diferença da leitura dinâmica é reduzir o tempo de “fixação” em cada uma das palavras através da eliminação de algumas manias naturais da leitura, como a subvocalização (um processo de repetição das palavras na cabeça enquanto estas estão sendo lidas), a implantação da leitura em blocos (eliminação do espaço em branco entre as palavras) e do incentivo ao entendimento através de contextos de ideias, tirando assim o foco exclusivo das palavras em si e de seus significados restritos.

Além disso, os leitores dinâmicos utilizam-se de um processo denominado “skimming”, que consiste em correr o olho sobre as frases na busca de palavras-chave que auxiliem na compreensão e absorção do conteúdo do texto. Esse processo, no entanto, não é exclusivo dos leitores dinâmicos: trata-se de uma prática extremamente comum entre os leitores de modo geral. Afinal de contas, quem nunca correu os olhos no texto à procura de palavras que resumissem um pouco de seu conteúdo integral, para só então decidir se o texto realmente vale a pena ser lido? O skimming é uma técnica que precisa ser usada com cautela e cuidado, pois se utilizado com uma frequência muito alta e de modo inadequado, pode prejudicar a compreensão do texto e o próprio aproveitamento da leitura.

Outra técnica bastante importante para facilitar e agilizar a leitura é auxiliar o passar de olhos pela folha com alguns instrumento que guie melhor cada palavra – como os dedos, uma caneta ou um marca página. Esse mecanismo auxilia numa leitura mais rápida e focada, e ajuda a eliminar possíveis distrações no processo.

A leitura dinâmica é um processo antigo, mas que ainda hoje ganha adeptos dia após dia em diversos países e localidades do mundo. E você, vai começar quando?

Como falar bem em público

Como falar bem em público

Falar em público é uma exigência relativamente recorrente em nossa sociedade, e os indivíduos acabam tendo que passar por experiências desse tipo em diversas situações durante a vida. Seja em trabalhos na escola, apresentações de seminário, defesa de teses na faculdade ou mesmo em profissões que exigem certa exposição, o nervosismo e as dúvidas do que pode e deve ser dito em público sempre surgem na cabeça das pessoas.

É muito comum que algumas pessoas já possuam algumas habilidades naturais em se comunicar e consequentemente tenham o dom da oratória nato em si; enquanto algumas outras sofram muito quando se veem na necessidade de estar na frente de um número grande de pessoas, e precisem repassar alguma mensagem ou apresentar algo. Apesar de esses dois tipos de pessoas serem bastante comuns, é preciso destacar que o nervosismo, o esquecimento e as dificuldades em se lembrar o que é preciso ser dito são problemas recorrentes de quem não tem tanta experiência com a oratória.

Nesse contexto é que têm surgido os mais diversos cursos de oratória no país – para ajudar tanto os mais habilidosos a manter a compostura durante a fala, quanto os mais tímidos que precisam entender melhor o processo de oratória. Separamos uma lista com as principais dicas que te farão ter mais confiança na hora de falar em público, e te ajudarão a administrar melhor as falas e a mensagem a ser transmitida. Confira:

1)Preparação

A principal e mais importante dica da nossa lista é saber se preparar para falar o que deve ser falado. Parece óbvio, mas nem sempre funciona assim. Se falar sobre um assunto conhecido, de seu domínio e proximidade, para um grande público já é difícil por conta do nervosismo e do desconforto causado pelo público te assistindo, imagina quando o assunto que deve ser tratado na palestra ou exposição for de pouco conhecimento do palestrante? O processo de comunicação torna-se muito mais difícil e complicado.

A dica, portanto é sempre procurar saber o máximo possível do assunto a ser tratado. Pesquise, leia, releia, faça resumos e esquemas de memorização; tenha em mente os principais pontos, as principais nuances e o que é primordial que você conheça para informar seus ouvintes sobre aquilo que está sendo dito. Treine também o tempo de fala, e esteja preparado para falar mais do que lhe foi proposto: se deveria dar uma palestra de 20 minutos, saiba o suficiente sobre o assunto para falar por 40 minutos, com informações distintas e relevantes

Outra dica que ainda se enquadra na preparação é relativa não apenas ao conteúdo, mas à forma como este será apresentado. A ideia é tentar treinar na frente do espelho, gravar você mesmo falando, ou até convidar alguns amigos para ouvirem seu discurso e assim te ajudar a treinar a naturalidade.

2)Faça um roteiro

Quem nunca ouviu alguém dizendo que bom de oratória mesmo é aquele que consegue discursar sem nem mesmo olhar para nenhuma referência que o lembre do que precisa ser dito? Pois é. As “colinhas” de palestrantes e oradores públicos foram demonizadas por muitas pessoas ao longo dos anos, sendo tidas como símbolo de incapacidade e até mesmo como se o assunto não estivesse suficientemente na ponta da língua do palestrante.

Esse pensamento, no entanto, mostra-se bastante equivocado, já que é de conhecimento geral que a memória humana não é de grande confiança. Memorizar uma palestra ou apresentação inteira, além de ser praticamente inviável do ponto de vista prático, é pouco funcional para a qualidade da palestra em si. Isso porque esquecer alguma palavra da cadeia gigante de informações que precisam ser ditas pode ser fatal, desconcentrando o orador e acabando com a exposição de uma só vez.

A dica é não ter vergonha ou receio de preparar um roteiro simples que esboce aquilo que precisa ser dito: é só elaborar um papel, uma cartolina ou um cartão com pequenas frases, ideias e conceitos que sejam essenciais para a exposição das ideias, e a partir deles iniciar os processos de discussão, debate e ampliação dos conceitos a serem trazidos à tona. Palavras-chave, nomes importantes, datas e dados numéricos são algumas das informações que geralmente são esquecidas mais facilmente e que podem ser colocadas num roteiro básico.

3)Naturalidade e reconhecimento do público

Não ter naturalidade é o principal erro cometido por quem procura falar bem em público e não consegue. Ao discursar num evento, palestra ou apresentação, não tente imprimir em si mesmo uma identidade que não lhe pertence. Ou seja: seja você durante o processo, aja naturalmente e tente dialogar com o público através da ótica que você mesmo reconhece do ambiente.

Outra dica importante é saber com quem se está falando para haver uma troca mais sincera e uma adaptação da linguagem para determinado grupo e público que ouvirá sua mensagem. Não adianta falar para jovens com a mesma linguagem usada em reuniões de negócio em empresas multinacionais, nem falar com empresários como se fossem ouvintes da terceira idade numa palestra sobre qualidade de vida. Ter naturalidade e reconhecer o público para o qual a mensagem está sendo transmitida é essencial para um bom desempenho do orador.

Métodos para evitar o déficit de atenção

Métodos para evitar o déficit de atenção

O excesso de informação ao qual somos submetidos todos os dias pode prejudicar a concentração e, consequentemente, a memória. Além disso, pessoas que sofrem com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) ou Distúrbio de Déficit de Atenção (DDA) podem ter ainda mais dificuldade em assimilar e concentrar.

O que é Déficit de Atenção?

Condição que impacta as habilidades de foco e concentração, o TDAH deve ser diagnosticado por um médico competente e especialista. Além de tratamentos, é possível reduzir seus sintomas com remédios naturais e até mesmo exercícios que podem ser feitos diariamente.

Enquanto isso, o DDA é caracterizado pela dificuldade de concentração, porém pode vir acompanhado ou não da hiperatividade e da impulsividade. Ele começa, em geral, na infância, e pode ter uma base genética que causa um desequilíbrio nos neurotransmissores responsáveis pela comunicação.

Muitas vezes, os sinais das doenças podem ser confundidos com quadros de ansiedade, depressão, hipertireoidismo ou estresse. Por afetar o comportamento, esta condição pode influenciar negativamente no processo de aprendizagem e socialização; por isso, o DDA é identificado, principalmente, no período escolar.

Métodos para diminuir o quadro

Curso de Memorização

Um dos métodos mais eficazes e que garantem um efeito ainda mais rápido é o curso de memorização. Durante os módulos, algumas dicas para manter o foco e a concentração, consequentemente ajudando a amenizar os quadros de TDAH e DDA.

As técnicas corretas de memorização, quando aliadas à focalização, permitem a compreensão e aprendizagem de conteúdos mais complexos. Perfeito para quem está em busca do melhor desempenho para o filho na escola, ou até mesmo no trabalho.

Exercícios

Realizar atividade física logo de manhã é uma maneira de amenizar os sintomas de TDAH no início do seu dia. Os baixos níveis de serotonina, de acordo com pesquisas, são responsáveis pela intensificação dos sinais da doença e, ao se exercitar, eles tendem a aumentar.

Atividades simples, como caminhar, passear com seu animal de estimação, pedalar ou até mesmo ir andando para a escola ou trabalho, podem já servir como uma auxílio. É possível se preparar melhor para realizar todas as tarefas e aprender a se concentrar em quaisquer circunstâncias.

Associações

Criar imagens visuais é importante para que haja uma associação entre o assunto em questão e o tópico de uma aula ou reunião. Letras, cores, alimentos, animais e diversos outros recursos podem ser utilizados.

Para as crianças, o cenário pode ficar ainda mais interessante se a explicação de uma matéria vir acompanhada de uma exposição oral e imagética, ou até mesmo realizando um pequeno teatro. Outro método é pedir para que ela memorize e reproduza no papel o que lhe foi mostrado.

Organização

Utilizar uma agenda em que se faça todas as anotações referentes a compromissos, atividades e projetos é uma dica perfeita para manter uma rotina consistente e até mesmo evitar a tomada de decisões impensadas e impulsivas. Além disso, rever o calendário no dia seguinte, pouco antes de dormir, é ideal para saber quais serão suas tarefas e se organizar previamente.

A desordem e a bagunça, seja da sua mesa do escritório ou da casa, dá a sensação de sobrecarga e pode causar muita distração, contribuindo para aumentar os sintomas do TDAH e DDA. O correto é sempre manter todos os objetos em seus devidos lugares e se desfazer de correspondências, catálogos e outros papéis logo após lê-los ou utilizá-los.

Divida tarefas

Os grandes projetos podem ser divididos em diversas etapas para evitar a sobrecarga de tarefas, já que o excesso de informação e de ações a serem feitas pode desencadear confusões e esquecimentos. O ideal é pensar o todo em partes manejáveis e que podem ser realizadas com tranquilidade.

Outra maneira de amenizar os sintomas é escrevendo uma lista com todos os passos que devem ser feitos ao longo do projeto. Assim, é possível se organizar e concluir cada uma das tarefas sem se arriscar. Para lembrar quais delas já foram feitas, o ideal é riscá-las da lista e anotar as observações necessárias.

Relaxe

Quando uma pessoa passa muito tempo tentando se concentrar em algo, os neurotransmissores presentes no córtex pré-frontal do cérebro começam a se esgotar. Ao passar um tempo apenas relaxando em um parque, por exemplo, eles conseguem se recuperar com maior facilidade.

Muitas pessoas já conhecem os benefícios de ter uma noite bem dormida, entretanto, poucos associam este fator com o aumento dos sintomas do déficit de atenção. Uma noite de sono tranquilo pode amenizar esses sinais, por isso o ideal é mantê-lo regular. Os adultos devem dormir entre sete e oito horas por noite, e as crianças, de dez a onze horas.

Eletrônicos

É importante limitar o tempo que se passa em frente aos aparelhos eletrônicos, como televisões, tablets e celulares. No lugar deles, ocupe o tempo lendo, fazendo exercícios físicos ou até mesmo conversando com os amigos. Ao realizar atividades, você produz as químicas cerebrais necessárias, atenuando os sintomas do déficit de atenção.

Outro método é desligar as telas dos aparelhos 20 minutos antes de deitar para dormir. Como eles estimulam as funções cognitivas do cérebro, acabam por interferir negativamente em seu sono e fazendo com que leve um tempo maior para relaxar.

Qual a idade certa para começar um curso de memorização?

Qual a idade certa para começar um curso de memorização?

A memória está presente em todas as fases das nossas vidas. Desde o começo da aprendizagem, ao decorar cada letra do alfabeto e as tabuadas de multiplicação; até a vida adulta com as aplicações profissionais e a necessidade de ter sempre informações frescas na cabeça. Sem esquecer também na velhice, quando a memorização passa a ser uma estratégia contra o envelhecimento. Assim, você mantém sua mente sempre jovem e garante que seu repertório não se esgote nunca, independente da sua vocação ou estilo de vida. Por isso, uma pergunta pode aparecer para muita gente: qual o momento certo da vida para fazer um curso de memorização?

A resposta pode parecer simples: em qualquer ponto – até mesmo na adolescência, com a necessidade de trabalhar melhor os conteúdos e entender a melhor maneira de aprender com mais facilidade. Tudo isso tendo em mente os recursos do cérebro na hora de memorizar e fixar conteúdos. Nessa fase da vida, a psicopedagogia é essencial para garantir o sucesso, tanto nas aulas quanto em provas importantes que definirão o seu futuro, como o vestibular.

O curso de memorização também pode estar presente na infância, como auxílio na hora de aprender melhor e facilitar as diferentes fases do aprendizado. As técnicas de memorização ajudam muito nos estudos e em diferentes tarefas, agregando informações úteis no dia a dia e garantindo também um desempenho melhor. São várias facetas da vida que melhoram com esse curso, incluindo a própria rotina e a sociabilização. Fica mais fácil realizar todo o acompanhamento em sala de aula e a criança não enfrenta tantas dificuldades ao estudar.

No caso da vida adulta, um bom curso de memorização pode auxiliar diretamente na carreira e no dia a dia. Com uma compreensão mais rápida e melhor de todos os conteúdos. A vantagem é sentida diretamente em cursos de nível superior e especializações. Tudo isso garante também que você otimize seu tempo e garanta formações e qualificações que melhoram muito a sua carreira – especialmente no caso de quem precisa da memória em suas atividades rotineiras, seja como atores, palestrantes e ao usar mind maps para conseguir executar diferentes tarefas e recordar mais facilmente dados importantes.

No caso da terceira idade, o curso leva a expandir ainda mais os recursos da memória e evitar o envelhecimento de algumas áreas do cérebro. Isso garante que o idoso tenha mais autonomia e combata os principais sintomas do envelhecimento. Isso influencia diretamente na rotina, expandindo as possibilidades de atividades que podem ser realizadas, garantindo um aproveitamento muito melhor dessa fase da vida.

Vantagens do curso

O curso de memorização apresenta vantagens que são sentidas diretamente nas atividades mais simples do dia a dia. As técnicas permitem organizar melhor a sua mente e fazer com que as informações úteis sejam acessadas quando você mais precisa. Assim, a memória ganha um novo combustível e é aprimorada com técnicas que trarão benefícios claros. Os chamados mind maps facilitam a associação de ideias e a memorização de elementos simples do cotidiano. Ou seja, você garante que números, datas, nomes, endereços e até mesmo rostos de pessoas sejam lembrados com muito mais facilidade. Em uma escala maior, você garante a boa memorização dos conteúdos mais importantes do vestibular e dos concursos, garantindo seu sucesso diante dos concorrentes.

Facilidade

As facilidades aumentam ainda mais com a possibilidade de estudar à distância. Você consegue ter acesso aos materiais e técnicas sem precisar sair de casa, contando sempre com a assessoria dos melhores profissionais e vídeo-aulas que você assiste no conforto da sua sala – sem precisar se deslocar até a unidade de ensino, gastando tempo e dinheiro. A opção é mais prática e econômica, sem perder as aulas e assistindo a todas elas na hora que você puder encaixar na sua rotina. Aproveite!

O que é comunicação assertiva e como ela pode te ajudar a ser um bom líder

O que é comunicação assertiva e como ela pode te ajudar a ser um bom líder

Comunicar-se com clareza e objetividade favorece não só uma relação pessoal como também profissional. Em casa, na rua ou no trabalho, a comunicação assertiva faz-se favorável para que você consiga transmitir sua mensagem para outras pessoas sem ruídos – ou seja, sem problemas de interpretação.

A assertividade não é um dom: ela pode e deve ser treinada, visando uma relação mais próxima, agradável e clara com um determinado público.

Para líderes, essa técnica é uma das mais procuradas, conhecidas e vantajosas, pois é indo “direito ao ponto” que um líder consegue conquistar o que quer, seja para fechar um negócio com clientes ou para melhorar o desempenho dos seus funcionários, e consecutivamente, melhorar a qualidade da sua empresa.

Muitos têm como princípio que a comunicação deve ser somente clara e objetiva para obter-se o sucesso no discurso falado ou escrito, mas não são só essas característica que favorecem um discurso – há outras que ajudam a ter uma comunicação mais saudável, e que consiga passar todo o conteúdo desejado.

Sendo assim, separamos os principais pontos para acertar no seu discurso e melhorar sua qualidade profissional na relação com as outras pessoas e sua empresa.

Tenha conhecimento do que está falando

Pensar antes de falar é uma das dicas que todos os comunicadores dão. Antes de dar alguma ordem ou discutir sobre determinado assunto com um subordinado ou cliente, tenha previamente em sua mente o que deseja transmitir, para não gerar dúvidas no final do discurso e fazer com que o outro interprete mal a conversa, causando futuros conflitos.

Estude o seu discurso, observando tudo o que você deve falar. A leitura dinâmica, por exemplo, é uma opção acertada para ajudar na comunicação, pois a técnica ajuda não somente a ler de forma mais ágil, como também a ter um raciocínio mais eficiente para diversos assuntos.

Tenha empatia, aceite críticas e deixe o outro falar

Esteja aberto para opiniões divergentes da sua, reagindo de forma que transpareça que você compreende que existem pontos de vista diferentes do seu, ainda que você tenha convicção suficiente para defender seu lado. Deixe que o locutor mostre seu ponto e, em seguida, sem interrupções, reafirme seu discurso, mostrando-o porque isso deve ser de X forma – isso tudo, é claro, com empatia ao próximo, sem desrespeitá-lo, aviltá-lo ou agir de forma rude.

Preste atenção à sua linguagem corporal

Alguns sinais negativos podem ser notados em seu discurso simplesmente pela linguagem corporal. Um discurso inseguro e com linguagem corporal fraca demonstra tédio, frieza, dúvida, insegurança, medo, desconfiança e até raiva.

Por isso, é essencial prestar atenção em como seu corpo está interagindo conforme seu discurso. Junto com uma boa fala, a linguagem corporal correta é a chave para obter um bom resultado no que procura passar para os outros.

Três pilares mostram-se essenciais na linguagem corporal: a postura, a voz e o olhar.

Você deve evitar:

Postura

sentar-se inapropriadamente; cruzar braços; mãos no bolso; passar a mão no cabelo, orelha e nariz repetidamente; contrair o ombro. (mostra insegurança)

Voz

falar baixo e em velocidade acelerada; (mostra nervosismo)

Olhar

não olhar para o ouvinte; coçar os olhos; (sinal de dúvida e dissimulação)

Fala direta, objetiva e clara

Um discurso que não gera dúvidas é aquele que passa todas as informações de forma clara, objetiva e direta – ou seja, sem rodeios durante a fala, expondo tudo o que for necessário e indo direto ao ponto.

Muitas vezes uma oratória mais simples e rápida pode informar mais que uma oratória complexa e demorada. Tome cuidado para não perder a credibilidade do seu discurso com termos desnecessários e que, talvez, quem está participando da conversa não entenda.

Expresse emoção

Um discurso caloroso certamente chama mais atenção, e, consequentemente, informa melhor. Muitas vezes, o melhor a se fazer – se você é introspectivo – é treinar um discurso em casa para que você se solte na hora da palestra, reunião ou até mesmo conversa, mostrando sentimento e precisão no assunto.

Usar o humor é uma ótima opção, mas tome cuidado para não perder a credibilidade do assunto, deixando-o muito informal. Outro ponto é também ter cautela com o excesso de emoção, que pode demonstrar uma certa agressividade. Ou seja, mantenha sempre o controle.

Saiba qual o momento certo

Um comunicador assertivo é aquele que sabe o que falar, como falar, onde falar e quando falar. Para tudo há um momento certo, na vida pessoal ou profissional: por isso, fique atento ao momento em que você irá comunicar-se – refletindo se aquele é realmente o momento certo.

Muitas vezes, coisas importantes precisam e devem ser ditas; entretanto, no momento errado, podem ser mau interpretadas e gerar ainda mais dúvidas ou conflitos.

Os cuidados com a sua voz

Os cuidados com a sua voz

A oratória depende essencialmente de um fator para ser bem sucedida: a voz. Ela é o elemento central para expressar suas ideias, e o cuidado é primordial para garantir um bom discurso ou palestra. Especialmente se você precisará falar por muito tempo, ou até mesmo falar mais alto para que seja ouvido por uma plateia maior. Os cuidados com a voz estão intimamente ligados a um bom discurso, já que a mensagem, ainda que bem expressa, precisa ter projeção por meio da voz. Além de saber o que dizer, é preciso garantir que todos ouçam com clareza e sem confusão. Os cuidados básicos com a voz se estendem a qualquer pessoa, garantindo também que você consiga ser ouvido no dia a dia e que suas mensagens sejam transmitidas com eficiência. Para isso, confira cinco atitudes que melhorarão muito seu cuidado com a voz:

Evitar

Alguns itens devem ser especialmente evitados por quem deseja conservar a voz. O cigarro é um deles, já que o fumo irrita a mucosa do trato vocal. A fumaça prejudica a respiração e aumenta também a sensação do pigarro. As próprias pregas vocais são alteradas conforme o tempo de fumo, o que faz com que sua voz também sofra modificações. As bebidas alcoólicas também devem ser evitadas ao máximo: elas acabam por também irritar a mucosa e causar um efeito anestésico. Tudo isso faz com que a dor na garganta não seja sentida, escondendo os sintomas dos pequenos ferimentos nesse órgão. Os destilados são ainda mais perigosos que os fermentados, por isso beba com moderação.

Alimentação

Um cuidado especial também merece ser dispensado à sua rotina alimentícia. Alguns alimentos dificultam a fala, e outros conseguem garantir uma boa voz. Refrigerantes, café, chocolate e chá preto são prejudiciais, pois desidratam as pregas vocais – além de o gás prejudicar a digestão. O leite aumenta a viscosidade do muco e alimentos gordurosos também podem causar impactos ao falar, pela digestão mais complicada. Aposte em refeições mais leves e na maçã, grande aliada da voz. O clássico mel e limão é perfeito para proteger suas pregas vocais.

Hidratação

Se fosse possível eleger apenas um “combustível” da voz, ele seria a água. Ele é essencial para que seu corpo funcione corretamente e sua voz esteja sempre em seu melhor estado. A água hidrata as pregas vocais e, enquanto você fala, ela evita que a sua boca e garganta sequem. Isso evita a irritação e auxilia até mesmo na hora de falar mais alto ou por um período mais longo. Vale a pena sempre ter um copo à mão durante o discurso. Além disso, quem tem maiores problemas, principalmente em ambientes com ar condicionado, pode aplicar soro fisiológico nas narinas algumas vezes ao dia.

Qualidade do sono

Esse pode parecer um mero detalhe, mas influencia diretamente no funcionamento saudável do corpo humano. É durante o sono que seu corpo se regenera, garantindo que você acorde recuperado no dia seguinte. Dormir mal representa também forçar o corpo a trabalhar ainda mais. A articulação e dicção ao falar também ganham ainda mais destaque quando você está descansado, o que permite prestar mais atenção ao que se fala e à maneira de falar. Tudo isso influencia a oratória, justamente pela possibilidade de elaborar sua fala da melhor maneira possível e transmitir tudo o que você deseja ao público.

Atividades físicas

A prática de atividades físicas é, em geral, negligenciada por muita gente. Entretanto, o corpo necessita estar em movimento para regular hormônios e garantir seu bom funcionamento. O bem estar físico também tem profundo impacto sobre a sua própria voz e maneira de falar. Fatores da oratória são beneficiados por isso, permitindo se expressar melhor e com mais confiança. Qualquer atividade é recomendada para isso. Mas lembre-se que não é indicado falar ou conversar enquanto corre, já que as cordas vocais podem se chocar ao soltar o ar pela boca.

Era tecnológica: excesso de informação pode prejudicar memória

Era tecnológica: excesso de informação pode prejudicar memória

A modernidade, aliada ao avanço da tecnologia, trouxe vantagens e maior conectividade entre pessoas de todas as partes do mundo. Smartphones, computadores, televisores, tablets e outros eletrônicos se tornaram companheiros inseparáveis do homem, fazendo parte de todas as tarefas do dia a dia.

A sobrecarga de informações que estes dispositivos disparam diariamente pode dificultar a compreensão e o armazenamento por meio do cérebro humano. Isto acontece porque a maioria das pessoas não sabe como administrar com eficácia a quantidade de dados que acessamos e a rapidez com a qual eles chegam.

Todas as ações feitas, até mesmo as mais simples, requerem atenção, e a reunião de informações podem afetar o bom funcionamento do cérebro. Este verdadeiro bombardeio de dados, portanto, oferece riscos à memória, que hoje já não é considerada confiável como acontecia antes dos avanços tecnológicos.

Dependência dos buscadores

Os mecanismos oferecidos pelos eletrônicos, como o armazenamento dos números de telefone e a programação para avisar sobre aniversários e eventos próximos, também contribuem para que a memorização, capacidade de atenção e até mesmo o aprendizado sejam afetados.

O número crescente de pesquisas nos buscadores, como o Google, sugere uma dependência em relação à tecnologia. De acordo com pesquisas, quando as pessoas sabem que um dispositivo ou ferramenta ajuda a verificar ou lembrar de alguma informação, ficam menos preocupadas em armazená-la na própria memória.

A revista Scientific American publicou um artigo que reafirma esta condição. Segundo ele, a internet se tornou um verdadeiro HD Externo do cérebro. Isto significa que a memorização, compreensão e o aprendizado estão sendo substituídos pelas novas ferramentas digitais, funções dos dispositivos e aplicativos disponibilizados para download.

Um experimento feito na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, relatou que a utilização constante de buscadores deixa as pessoas, principalmente os jovens, mais esquecidos. A tecnologia, desta maneira, cria uma dependência, já que as informações podem ser encontradas com apenas um clique.

Atenuando as consequências

O grande desafio da era tecnológica, segundo especialistas, é filtrar as informações e selecionar aquelas que realmente interessam e são relevantes para a realização do seu trabalho, estudo e outras tarefas diárias. O cérebro arquiva conforme a importância de cada dado, portanto o conhecimento só é alcançado quando as informações são metabolizadas.

Além disso, é possível criar uma rotina de exercícios para a memória, que também tendem a melhorar a concentração. Atividades simples, como montar um quebra-cabeças, podem contribuir para a utilização e o estímulo das áreas cognitivas, de coordenação motora, do raciocínio lógico e da rapidez nas tomadas de decisões.

Fazer Soduko, Caça-Palavras, Dominó ou Palvras-Cruzadas também é uma dica que mantém o bom funcionamento do cérebro. O mesmo acontece quando se lê um livro ou assiste a um filme e, depois, se conta a história para outra pessoa, sem o auxílio da internet, resumos ou resenhas.

Atividades físicas ou estimulantes, como o teatro e a dança, além de relaxar, também aumentam a oxigenação do corpo, circulação sanguínea e, consequentemente, as funções do cérebro. Outra maneira é fazer uma lista de compras e tentar não utilizá-la enquanto está no supermercado.

Cursos de áreas do seu interesse – como jardinagem, decoração ou artesanato, por exemplo – estimulam o cérebro. Especialistas afirmam que o ideal é ter uma alimentação adequada e balanceada, rica em magnésio, vitamina E e ômega 3, componentes que podem ser encontrados em peixes, nozes, laranjas e bananas.

É possível investir, também, em cursos mais específicos. O curso de memorização, por exemplo, apresenta um conjunto de técnicas que ajudam na compreensão e armazenagem de informações, treinando o cérebro a não esquecer e “organizando a mente” de maneira que os dados fiquem acessíveis para serem encontrados sempre que precisar.

Como a boa memória pode te recolocar no mercado de trabalho

Como a boa memória pode te recolocar no mercado de trabalho

A quantidade de informações à qual as pessoas são submetidas diariamente, sobretudo por conta da era tecnológica, dificulta a compreensão e o armazenamento por meio do cérebro humano – e, consequentemente, é gerada a perda da capacidade de memorização.

Além de afetar a vida pessoal e a rotina de estudos, esta nova característica da vida moderna pode atrapalhar o seu desempenho profissional. O esquecimento de compromissos, reuniões e visitas a clientes são indícios de que é preciso investir em técnicas que ajudem a minimizar os efeitos desta conectividade e do bombardeio de informações. Confira!

Entrevista de emprego

Uma carreira promissora dentro de uma organização começa com a entrevista de emprego. A boa memória é a melhor amiga nesse momento; mas é preciso exercitá-la antes, já tentando prever algumas perguntas que podem surgir e chegar ao local com as respostas na ponta da língua.

Vale a pena pensar nas situações mais importantes da sua vida profissional para valorizar o seu currículo, principalmente nas entrevistas por competência. Lembrar de cinco delas é uma quantidade razoável. Este exercício, feito com antecedência, afasta o esquecimento e a indecisão sobre a resposta que o nervosismo pode ocasionar durante a entrevista.

Anotações

Ter uma agenda de anotações voltada para os assuntos do trabalho é essencial. É necessário anotar recados, próximas decisões a serem tomadas e todos os assuntos que devem ser resolvidos nos próximos dias.

O ideal é que isso se torne uma rotina em seu trabalho, já que esta atitude, além de exercitar sua memória, mostra o seu comprometimento para com a empresa ou escritório. Atitudes simples podem chamar a atenção dos supervisores de maneira positiva.

Postura

Manter a postura corporal adequada é bem visto pelos profissionais com cargos superiores e clientes que visitam as empresas. Ficar ereto, de acordo com os princípios da ergonomia, é importante para a saúde do seu corpo e mente, além de auxiliar na sua produtividade.

Inclinar o queixo para frente faz com que o fluxo sanguíneo e de oxigênio chegue com maior rapidez e eficiência ao cérebro. De acordo com especialistas, a diferença chega a até 40%, situação que pode facilitar o acesso às informações filtradas e armazenadas em sua memória.

Curso de memorização

Para que tenha um desempenho ainda melhor, o ideal é aprender técnicas de armazenagem de informações e números. O treinamento intensivo do curso de memorização pode ser um diferencial na sua profissão, já que ele manterá as informações mais importantes em um local de fácil acesso para o cérebro.

Concentração

Um dos tópicos mais importantes, manter a concentração é essencial para que as informações possam ser filtradas ou acessadas de forma mais simples e fácil. Uma das técnicas é fechar os olhos. Esta é considerada a melhor forma de tentar visualizar os detalhes daquilo que procuramos ou queremos.

Outro método eficaz é ter sempre um chiclete. Quando as pessoas estão mascando a goma, durante reuniões, seminários ou quaisquer outros eventos que requeiram foco, elas tendem a ficar ainda mais concentradas. Desta forma, as chances de lembrar dos assuntos abordados em conversas com clientes, por exemplo, se tornam maiores.

Exercitar o cérebro

É comum que as pessoas se esqueçam de algo que iam fazer ou falar para seus companheiros de trabalho naquele momento e lugar. O cérebro faz uma relação entre o local e as memórias, por isso, ao mudar de ambiente, as chances de esquecimento se tornam maiores.

O ideal é insistir e ficar no mesmo lugar, vasculhando sua memória até se lembrar da ação que estava para realizar. A desistência faz com que o seu cérebro deixe de se exercitar.

Aprenda a Vender o Conhecimento no Curso de Oratória

Em todas as organizações os profissionais que ocupam cargos de liderança, encarregados de setores, líderes de equipes e supervisores, sempre recebem duas a cinco vezes mais do que aqueles que executam as tarefas – os colaboradores menos expressivos. Ocorre que os conhecimentos adquiridos nas univers
idades preparam os profissionais para produzir e manipular o conhecimento adquirido ao executar habilmente inúmeras tarefas. Por exemplo, o bacharel em Direito, é munido de conhecimento para entrar com processos e defender seus clientes; o bacharel em Medicina, sabe realizar um diagnóstico assertivo ao analisar seus pacientes; bem como um bacharel em Arquitetura percebe como criar ambientes harmônicos e sustentáveis.

Aprenda a Vender o Conhecimento no Curso de OratóriaMas em nenhum momento nos 4 a 5 anos de bacharelado os acadêmicos foram preparados para liderar um escritório de advocacia, um hospital ou como vender um projeto inovador de decoração e com visão sustentável. Ensinar a vender o conhecimento é função do Curso de Oratória na era da inovação que estamos vivendo e, ainda mais significativo, saber como persuadir parceiros (clientes) na era disruptiva que estamos apenas iniciando.

EXPERIÊNCIAS EM PÚBLICO

As universidades transmitiram o conhecimento específico de uma área e não treinaram a habilidade para vendê-lo. Nesse contexto, é normal (não deveria ser) que os profissionais, quando chegam no mercado de trabalho ou, anos depois, ainda sintam dificuldade em vender seus produtos.

– nunca falei em público/acredito que não consigo:

tudo aquilo que ainda não fizemos, as primeiras experiências realmente parecem bem estranhas, dá a impressão de não ter jeito para a coisa. Mas, sabemos por experiência própria em tantas outras áreas da vida, que à medida que fazemos, vamos pegando jeito. E, em muitas delas, ficamos realmente muito bons.

– já tentei e não foi agradável, paguei mico:

realmente ao realizar as primeiras exposições a sensação é de desconforto, de estar tudo fora de lugar, de uma perfeita desarmonia; e, caso seja muito crítico consigo mesmo, muito perfeccionista, aumenta ainda mais a certeza de estar pagando um mico.

– acho que a pessoa já nasce com esse dom:

sim, realmente tem a ver com um certo talento para coisa, alguns têm um pouco mais de disposição para a fala (verbalização oral), mas são raridades. Mas atenção, a história mostra que grandes oradores sempre foram os mais quietos – conhecidos como introvertidos.

– sempre fui quieto/na minha, não sou de me expor:

a regra aqui é clara – os quietos são os que têm mais conhecimento e, falam pouco, ou raramente falam porque têm consciência de não saberem tudo. Porém, tais profissionais, quando falam – são os mais assertivos nos argumentos, porém pouco persuasivos quanto à forma de falar.

– não sei falar bonito como o líder “Antônio”:

com certeza não sabe mesmo e nem deve saber porque se falasse como senhor Antônio ficaria muito caricato, realmente feio, não causaria impacto. A fala dele (Antônio) é harmônica, eloquente, bonita porque fala do jeito dele e tem desenvoltura porque falou em público inúmeras vezes. Portanto, um dia você também falará bonito e ouvirá outros dizerem, adoraria falar bonito como você.

– sou aplicado, estudo bem os meus argumentos, mas minha fala não causa impacto:

em negociações ou em apresentações sob pressão são exigidas, além da clareza de raciocínio, também muita segurança pessoal; mas, o problema é que quando emocionalmente sentimos fragilidade, o raciocínio lógico fica falho e a voz, embargada.

CONTEXTO PROFISSIONAL

Tenho recebido no Curso de Oratória profissionais de todas as áreas. Quase todos os trabalhos hoje são realizados em equipes. A necessidade de explicar, apresentar, ouvir, interagir é cada vez mais constante no cotidiano profissional.

– preciso expor/apresentar o projeto para meu chefe:

diagramar, fazer um script e escrever um projeto é relativamente fácil porque temos conhecimento específico; já, fazer uma exposição oral (apresentação) para alguém que tem uma posição superior a nossa na empresa é uma realidade bem diferente; está sendo cada vez mais comum a necessidade de expor, discutir os projetos e apresentar os resultados.

– em reuniões sou sempre o último a falar e percebo que minha fala demonstra bem menos do que realmente sei:

as reuniões são as primeiras oportunidades para mostrar nosso conhecimento, nossa desenvoltura, o grau de comprometimento com a equipe, com o projeto e com a empresa. A fala precisa ser assertiva e causar o impacto necessário. Em reuniões, não se deve demorar muito para dar opiniões ou fazer pequenos apartes assertivos.

– preciso liderar uma equipe de 10, 30, 50 pessoas:

falo muito bem quando converso em minha mesa/sala com cada um individualmente; o problema é quando preciso reunir todos num auditório para fazer ajustes no projeto; preparo sempre toda a apresentação com muito esmero, mas quando chega a hora de falar sempre constato que não consigo a mesma desenvoltura.

– percebo que logo precisarei fazer apresentações bem maiores:

a dinâmica profissional exige treinar colaboradores de diversas partes do país para apresentar novos produtos e novas abordagens para clientes internos e externos; as empresas necessitam de profissionais que consigam falar com clareza, motivar, persuadir e liderar grandes equipes.

– quem aparece de forma assertiva, agrega valor:

quanto mais bem aproveitadas as oportunidades de falar em reuniões com a diretoria, com clientes internos e externos e tiver sucesso na liderança de equipes, mais rapidamente o profissional avança na hierarquia da empresa e é convidado a assumir postos de comando. O conhecimento é fundamental, mas ter desenvoltura ao argumentar e habilidade no uso da linguagem adequada aos mais diferentes públicos, ampliam muito as oportunidades profissionais.

MAS, O QUE FAÇO COM AS MINHAS DIFICULDADES?

Uma das funções básicas do curso de oratória é tornar tranquilo para os profissionais ficar em cima das suas próprias pernas, falar de forma segura e assertiva para os mais diferentes tipos e tamanhos de auditórios.

– sinto medo/travo só em pensar:

é a reclamação que mais ouço dos participantes que iniciam o curso de oratória. Essa insegurança é real e normalmente construída em nosso inconsciente ao longo dos nossos primeiros 18 anos de vida, mas especialmente durante a gestação e os três primeiros anos. Em nossos treinamentos fazemos uso das técnicas que a PNL(Programação Neurolinguística) e a Neurociência disponibilizam e que minimizam em muito essa dor emocional. Acredite, é possível sentir prazer ao expor-se em público.

– já perdi muita oportunidade por deixar meus colegas fazerem as apresentações, apesar de ter sido o principal pesquisador e organizador do projeto:

faz muito sentido a valorização do profissional que tem fluência ao apresentar ideias, projetos aos clientes internos ou externos, porque é uma atitude que requer jogo de cintura e todos percebem do que somos capazes.

– tenho amigos que se formaram comigo e estão recebendo 2 a 3 vezes mais do que eu:

quando acreditamos e sabemos que somos capazes e que podemos contar conosco, aceitamos convites para exercer cargos, funções bem mais exigentes e que são bem melhor remunerados. Nos treinamentos da Methodus se aprende muito mais do que falar ao microfone, usar powerpoint e elaborar mind maps; é uma verdadeira terapia emocional, cuja primeira finalidade é despertar e consolidar as capacidades pessoais e profissionais.

– acho que não levo jeito em público:

sempre que tentei me expor, mesmo em falas bem pequenas, senti que não fui feliz, tremi, as palavras não apareceram com clareza (tive muitos brancos), as frases não ficaram bem elaboradas e as ideias ficaram truncadas. Somente um treinamento bem realizado e voltado para as características individuais, poderá proporcionar segurança pessoal e profissional ao expor-se em público.

– minha voz não é bonita/não gosto da minha voz/fica ainda mais estranha quando falo ao microfone:

nossa fala normal tem um tom que já estamos habituados; quando estamos diante de mais pessoas falamos num tom bem mais alto, nossa voz fica diferente e se, emocionalmente não estamos seguros, fica ainda mais esquisita; caso use um microfone para falar, a mudança é ainda maior e depende da qualidade de cada microfone e das caixas amplificadoras.

– como organizar o conhecimento para expor com clareza/lógica:

nossas escolas e universidades não ensinam a estudar, apenas transmitem o conhecimento e quem organiza tais conhecimentos são os professores. Por isso a dúvida de como organizar o conhecimento. O mind map (fluxograma) é o melhor jeito de organizar o conhecimento para realizar uma palestra ou um workshop. Jamais elaborar script em forma de texto.

– não gosto de ser o centro das atenções:

isso se deve geralmente a dois motivos – insegurança gerada ao longo dos 9 meses de gestação e do como foi acolhido até os 3 anos de vida no contexto familiar; ou, trata-se de uma tendência a introversão – característica de muitas pessoas que têm facilidade para as matérias de ciências exatas. Obs. Os introvertidos são os candidatos às melhores apresentações quando o assunto requer análises mais profundas.

AMPLIAÇÃO DO ESPAÇO PROFISSIONAL

Na universidade os acadêmicos percebem bem os espaços delimitados, não têm muito o que fazer. Porém, quando se lançam no mercado de trabalho – o céu é o limite – dependerá apenas do jogo de cintura que cada profissional tem dentro das empresas e, especialmente, a liderança nas equipes e projetos de que faz parte.

– palestrantes e líderes são profissionais seguros:

profissionais habituados a falar para grupos de pessoas nas mais diferentes situações adquirem visível segurança pessoal e profissional. A sensação é a mesma de ter sido posto à prova e ter conseguido a nota máxima. A Neurociência hoje consegue provar que o como nos sentimos tem relação com o quê e o como realizamos nossas ações, principalmente, quando somos reconhecidos. Topar desafios e conseguir realizá-los com desenvoltura diante dos outros, nos faz entrar em contato com o que temos de melhor – estado interno rico de recursos. Sentimos que podemos ficar em pé sobre as nossas próprias pernas diante de um grupo de pessoas e expressar com assertividade nossos argumentos.

– agregar valor profissional:

falar com eloquência em público torna o profissional uma autoridade no assunto; o valor de mercado de tais profissionais aumenta em muito; quando sabemos o nosso valor temos condições de negociar o quanto recebemos pelos nossos projetos.

– ensinar, estimula o aprender:

líderes, professores, palestrantes e treinadores estão geralmente pesquisando sobre assuntos que costumam falar; enquanto falam constatam, pelas dúvidas dos ouvintes, o que ainda precisam estudar melhor; quanto mais sabemos, mais temos prazer em ensinar.

– apresentar os resultados dos projetos com impacto:

pesquiso, elaboro com dedicação e entusiasmo; sou um profissional que estou comprometido com a empresa; todos os meus colegas sempre comentam que meu empenho é muito significativo. Mas quero ter a mesma desenvoltura no momento de argumentar e vender os projetos aos meus colegas ou à diretoria da empresa.

CONCLUINDO

Habilidade para expor-se em público com desenvoltura não se aprende através de livros, assistindo dicas em vídeos no youtube ou em cursos online. O curso de oratória tem a finalidade de integrar três fatores: qualidades pessoais, conhecimento e treinamento. Os instrumentos extremamente necessários são quatro: auditório, filmadora, participante e instrutor. Curso de oratória sem prática em todas as aulas, são apenas informações sobre a arte de falar em público.

– habilidade = consequência de treinamento:

habilidade não é conhecimento. Conhecimento é resultado do acesso às informações através, principalmente, das leituras. Habilidade é o resultado de fazer, fazer e refazer até conseguir otimizar a equação: qualidades pessoais, conhecimento e treinamento. O treinamento é sempre uma tentativa de simulação da realidade. Ao concluir um treinamento temos os fundamentos, para aos poucos, no uso diário, adquirir desenvoltura (habilidade).

– mudança da autoimagem = segurança em público:

dizer sim aos desafios normais do cotidiano profissional; usar as técnicas corretas para preparar o material adequado; atender a demanda normal do cotidiano profissional para se expor em público (sem exigir de si mesmo a performance de um expert); e, gradativamente, assumir desafios cada vez maiores, chegará logo o dia que poderá escolher em qual evento falar e quanto cobrar por hora.

– ansiedade positiva:

soa um pouco utópico afirmar que não muito adiante sentir-se-á tão à vontade em público que ficará ansioso para que a hora chegue. A distância entre o primeiro dia que puser o pé no palco e esse dia de júbilo, vai depender apenas da realidade emocional de cada um, do quão determinado for e de onde pretende chegar.

A Methodus está há 18 anos treinando profissionais de todo o Brasil a falar em público com impacto. Para informações dos próximos grupos, investimento e local de treinamento, acessar www.methodus.com.br/oratoria/5-curso.html . E, para ter mais informações sobre os cursos que a Methodus realiza, acessar www.methodus.com.br